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Malteses: Minha Paixão!

Maltês: O cão amigo e companheiro!

Oração de um cão abandonado.

Deus... Sei que sou um ser criado por ti, para ser amado pelos homens mas nasci sem a sorte de alguns de minha espécie...

Irish Wolfhound - O maior cão do mundo

Ele é enorme, de elevada estatura e dotado de excepcional força muscular. Não, não se trata do Rambo! Estamos falando do Irish Wolfhound, o grandão do mundo canino...

A espiritualidade dos animais.

Segundo a filosofia espírita, a evolução humana se inicia no nível da simplicidade moral e da ignorância intelectual, mas é antecedida por estágios evolutivos nos reinos inferiores da criação...

Guarda responsável é amar o seu animal.

Eles precisam de amor, carinho, compreensão... Dê amor a quem te dá a vida!

domingo, 31 de outubro de 2010

A Espiritualidade nos Animais

Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência. (Artigo 1º. da Declaração Universal dos Direitos do Animal, proclamada na UNESCO em 15 de outubro de 1978) 

O espiritismo retirou da mediunidade todo o aparato místico e sobrenatural que sempre a cercou desde a Antiguidade, dignificou a mulher colocando-a lado a lado com o homem, atribuindo-lhe direitos que sempre lhe foram negados e resgatou a dignidade dos animais, situando-os em um processo evolutivo onde o princípio inteligente, “do átomo ao arcanjo”, se elabora e se autoconstrói.

Na cultura ocidental os animais não têm transcendência, não têm alma a ser salva ou condenada. Nunca tiveram o direito à imortalidade, atributo exclusivo dos seres humanos. De um lado a ciência, que rejeita as emoções e a espiritualidade e de outro, a religião, que não aceita a sua transcendência e nega aos animais o direito à vida pós-morte.

Já para o espiritismo os animais possuem uma alma, um princípio inteligente ou espiritual individualizado, que reencarna, evolui, progride e traz em si mesmo, como todo princípio inteligente, as potencialidades intelecto-morais e psíquicas vindouras.

O espiritismo não aceita a metempsicose — a reencarnação dos espíritos em corpos animais — mas considera que há um fio evolutivo de continuidade entre o reino animal e o hominal, chamado pelo cientista espírita francês Gabriel Delanne de Evolução Anímica.

Gustave Geley, pensador metapsíquico, simpatizante do Espiritismo, escreveu uma obra magistral, Do Inconsciente ao Consciente, onde chama a alma dos animais de Dinamopsiquismo Essencial, que entra em um processo evolutivo que ele denominou de Evolução Dínamo-Genética, conceito que o sociólogo espírita portenho Manuel S. Porteiro aplicou na compreensão dos processos históricos à luz do espiritismo.

Para o espiritismo, “os animais, também compostos de matéria inerte e igualmente dotados de vitalidade, possuem, além disso, uma espécie de inteligência instintiva, limitada, e a consciência de sua existência e de suas individualidades”. (O Livro dos Espíritos, questão 585).

Segundo a filosofia espírita, a evolução humana se inicia no nível da simplicidade moral e da ignorância intelectual, mas é antecedida por estágios evolutivos nos reinos inferiores da criação, do mineral às plantas, das plantas aos animais e dos animais ao reino hominal. Como dizia Léon Denis, o espírito dorme no mineral, sonha no vegetal, se agita no animal e acorda no reino hominal.

“Querem uns que o homem seja um animal e outros que o animal seja um homem.” Animal é animal, homem é homem. “Os animais não são simples máquinas, como supondes. Contudo, a liberdade de ação, de que desfrutam, é limitada pelas suas necessidades e não se pode comparar à do homem”.

É o que vemos em O Livro dos Espíritos.

606. Donde tiram os animais o princípio inteligente que constitui a alma de natureza especial de que são dotados?

“Do elemento inteligente universal.”

a) - Então, emanam de um único princípio a inteligência do homem e a dos animais?

“Sem dúvida alguma, porém, no homem, passou por uma elaboração que a coloca acima da que existe no animal.”

607. Dissestes (190) que o estado da alma do homem, na sua origem, corresponde ao estado da infância na vida corporal, que sua inteligência apenas desabrocha e se ensaia para a vida.

Onde passa o Espírito essa primeira fase do seu desenvolvimento?

“Numa série de existências que precedem o período a que chamais Humanidade.”

600. Sobrevivendo ao corpo em que habitou, a alma do animal vem a achar-se, depois da morte, num estado de erraticidade, como a do homem?

“Fica numa espécie de erraticidade, pois que não mais se acha unida ao corpo, mas não é um Espírito errante. O Espírito errante é um ser que pensa e obra por sua livre vontade. De idêntica faculdade não dispõe o dos animais. A consciência de si mesmo é o que constitui o principal atributo do Espírito. O do animal, depois da morte, é classificado pelos Espíritos a quem incumbe essa tarefa e utilizado quase imediatamente. Não lhe é dado tempo de entrar em relação com outras criaturas.”

O cientista espírita italiano, Ernesto Bozzano, de forma inédita, pesquisou dezenas de casos de materializações de animais, demonstrando que a alma desses seres sobrevive ao corpo e desfruta, momentaneamente, de uma quase erraticidade. Esse quase significa um tempo bem inferior ao dos espíritos, dotados de livre-arbítrio, com plena consciência de si mesmos e com um fator diferenciado em seus processos mentais, o que o espírito André Luiz denominou de pensamento contínuo. O que nos leva a concluir que no mundo extra físico não há manadas de elefantes, matilhas de cães ou uma alcatéia de lobos.

O princípio inteligente encarnado nos animais traz em si todas as potencialidades morais e intelectuais. Tem, em estado rudimentar, conforme o nível de progresso que haja realizado, a afetividade, a inteligência e a moralidade em estado de gérmen, tanto quanto o psiquismo desenvolvido de acordo com a necessidade. Quem convive com eles sabe que demonstram, ainda que de forma rudimentar, emoções que seriam próprias dos humanos. Expressam ciúme, alegria, tristeza, medo e uma série de emoções conforme o seu nível evolutivo.

A ciência admite que os animais têm uma inteligência rudimentar, também conforme as suas necessidades. Mas rejeita, ainda, a idéia de que possuam emoções. Há um preconceito científico, paradigmático, em relação a essa questão. A acusação de antropomorfismo é inevitável em pesquisas que objetivem a evidência de que eles possuam emoções semelhantes às humanas. Portanto, a existência de um psiquismo, de uma transcendência espiritual, de uma alma nos animais, ainda está muito longe de ser admitida pela ciência.

Pesquisas recentes sobre a existência de emoções nos animais tentam superar o preconceito acadêmico do antropomorfismo. Essas pesquisas apontam para um caminho que possivelmente venha a admitir a existência de espiritualidade nos animais. Espiritualidade significa a posse de uma dimensão espiritual que sobreviva e transcenda à matéria, que tenha um caráter espiritual, relativo ao espírito, à existência de um princípio espiritual. Isso a ciência rejeita de forma radical.

Essa visão transcendental que o espiritismo oferece na compreensão da vida animal tem um profundo sentido ético que deverá ser aplicado não somente no convívio com essas belas criaturas, no grande ecossistema terrestre, mas também na legislação. Documentos como a Declaração Universal dos Direitos do Animal, proclamada na UNESCO em 15 de outubro de 1978, apontam para um comportamento que dignifica os animais, atribuindo-lhes direitos que sempre foram negados. O nível evolutivo de uma civilização também se mede pelo tratamento dado a esses bichinhos que nos encantam, nos seduzem e que contribuem para tornar a nossa vida mais bela. 

Fonte: Eugenio Lara, arquiteto e designer gráfico, é fundador e editor do site PENSE - Pensamento Social Espírita, membro-fundador do CPDoc - Centro de Pesquisa e Documentação Espírita, expositor do Centro Espírita Allan Kardec, de Santos e do Instituto Cultural Kardecista de Santos.
Por Eugenio Lara. Escrito em Fevereiro de 2010.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Sarna de Ouvido: Como Detectar e Tratar


É muito comum cães e gatos apresentarem sarna nos ouvidos. Muitos proprietários notam que seus animais estão se coçando mais que o normal na região da cabeça, mas associam esse fato à infestação por pulgas.

O proprietário, ao limpar os ouvidos de seu animal, vai notar a presença de uma grande quantidade de cera nos ouvidos, de cor castanha bem escura, quase preta. O cerúmen em excesso é causado por uma reação do conduto auditivo em decorrência da presença de inúmeros ácaros (sarna).

A coceira é um sinal característico da sarna. O animal coça muito as orelhas, geme e pode chacoalhar a cabeça insistentemente. Esse tipo de sarna fica restrito ao conduto auditivo, não aparecem lesões no resto do corpo animal e as pessoas que convivem com ele não correm risco de se infestarem. A sarna otodécica é exclusiva dos animais.

O excesso de cera nos ouvidos e o traumatismo causado pelo ato de se coçar violentamente com as patas traseiras fazem com que o cão ou gato desenvolvam inflamação nos ouvidos (otite), o que causa dor e agrava o desconforto.

A sarna otodécica é contagiosa entre os animais. Quando há mais de um cão ou gato na casa, mesmo que apenas um apresente os sinais clínicos, todos devem ser tratados. O tratamento consiste em aplicar medicamentos parasiticidas no conduto do animal, diariamente, por um período de tempo prolongado, a critério do veterinário. O ácaro, embora não cause lesões fora do conduto auditivo, pode estar presente na pelagem do animal. Assim, além do tratamento nos ouvidos, banhos parasiticidas são aconselhados, além da desinfecção de mantas e caminhas onde o animal costuma se deitar.

Mesmo após a cura, notada através da interrupção da coceira e desaparecimento da cera, o animal pode se reinfestar se estiver em contato com outros cães ou ambiente contaminados.

O ouvido sadio não apresenta cerúmen (cera), odor desagradável ou coceira. Em qualquer um desses casos, leve seu amigão ao veterinário.

Otodectes cynotis - Causador da Sarna Otodécica ou Sarna de Ouvido em Gatos e Cães

A sarna de ouvido nos gatos, causada pelo Otodectes cynotis, é bastante comum. Esse ácaro não cava túneis como o Sarcoptes. Ele fica na superfície da pele do condutos auditivo. O seu ciclo é composto pelas fases de ovo, larva, duas fases de ninfa e o adulto (macho ou fêmea). A sarna de ouvido causa coceira intensa, balanço de cabeça e arranhões nas orelhas pela coceira. A confirmação do diagnóstico do tipo de sarna é feita pelo Médico Veterinário.

Ovos

A fêmea deposita os ovos com um tipo de cimento que faz com que o ovo fique aderido à pele. As larvas eclodem dos ovos após 4 dias de incubação. A larva alimenta-se por cerca de 3 a 10 para depois passarem para o estágio de Ninfa.


Larvas e Ninfas: Otodectes cynotis - Causador da Sarna Otodécica ou Sarna de Ouvido em Gatos e Cães

A Ninfa passará por dois estágios antes de se transformar no ácaro adulto (macho ou fêmea).



Adultos: Otodectes cynotis - Causador da Sarna Otodécica ou Sarna de Ouvido em Gatos e Cães

Os adultos podem viver até dois meses. Alimentam-se de fragmentos de pele. O ciclo completo dura três semanas.

Veja também o ciclo do Sarcoptes Scabiei, ácaro causador da Sarna Sarcóptica em cães e gatos.

Curiosidades

Otodectes cynotis - Causador da Sarna Otodécica ou Sarna de Ouvido em Gatos e Cães

* A sarna de ouvido pode ocorrer em todas as raças de cães e gatos, em todas as idades.

* Os ácaros adultos são grandes e brancos.

Sarcoptes scabiei - Causador da Sarna Sarcóptica ou Escabiose em Cães e Gatos

* O Sarcoptes scabiei não sobrevive fora de seu hospedeiro por mais de 24 horas.

* Esse ácaro possui "ventosas" nas patas, pelas quais se adere à pele do hospedeiro.

A Sarna Sarcóptica geralmente inicia-se pela cabeça, mas rapidamente se espalha pelo corpo.

Riscos

Otodectes cynotis - Causador da Sarna Otodécica ou Sarna de Ouvido em Gatos e Cães

A presença do ácaro causa irritação nas orelhas. Pode ocasionar infecção bacteriana secundária.

* Em casos de grandes infestações em animais não tratados pode ocorrer até a surdez.

Sarcoptes scabiei - Causador da Sarna Sarcóptica ou Escabiose em Cães e Gatos

* A Sarna Sarcóptica causa coceira intensa.

* Altamente contagiosa, pode acometer os humanos.

* Causa intensa irritação e estresse.

Oportunidade para surgimento de infecção bacteriana.

Atitudes

Em caso de suspeita de sarna o animal de estimação deve ser encaminhado ao Médico Veterinário.

Sarna Otodécica ou Sarna de Ouvido

* Recomenda-se usar luvas para manipular o animal, não pelo ácaro em si, mas pela possibilidade de infecções bacterianas e micóticas associadas, que poderiam ser transmitidas aos dedos/mãos de quem faz a higiene do conduto auditivo.

Sarna Sarcóptica ou Escabiose em Gatos e Cães

* É contagiosa entre os animais e os seres humanos. Convém isolar o animal contaminado até que sua saúde se restabeleça após o tratamento acompanhado pelo Veterinário.

* Os pontos do corpo humano onde a Sarna Sarcóptica ocorre com mais freqüência são nos antebraços, no abdômen e no pescoço (devido contato). As lesões são parecidas com picadas por pernilongo com intensa coceira. Se isto ocorrer, um Médico Dermatologista (humano) deve ser consultado.

* Recomenda-se utilizar luvas para manipular o animal contaminado.

* As pessoas que tiverem contato com o amigo de estimação com sarna, sem o uso de luvas, devem lavar bem as mãos com água e sabão. Orientar o mesmo para as crianças que brinquem com o animal de estimação.

* Recomenda-se lavar os tapetes, panos e roupas utilizados por esses animais.

A Bayer possui o produto Advocate® Gatos, que tem indicação para Sarnas Otodécica e Sarcóptica em Gatos.

O diagnóstico é das Sarnas é feito através de um exame de pele simples chamado "raspado de pele", realizado pelo Médico Veterinário, que avaliará e orientará o tratamento adequado para o animal de estimação.

domingo, 24 de outubro de 2010

Pulgas em Cães e Gatos: Perigo e Incômodo!

As pulgas causam coceira, alergia, feridas e até queda de pêlos.

Se você encontrar pulgas sobre seu amigo ou notar aqueles famosos "pontinhos pretos", que são as fezes do inseto adulto na pele e nos pêlos do animal, o ideal é buscar o quanto antes o tratamento mais adequado, conforme orientação do Médico Veterinário.

Conheça o ciclo de vida da pulga, algumas curiosidades, os riscos para a saúde da relação entre você e seu amigo, as atitudes que podemos tomar e alguns mitos.

Ciclo:

O ciclo de vida deste parasita possui quatro fases: ovo, larva, pupa e adulta. A fase que nós vemos sobre o animal é apenas a adulta, que representa 5% de toda a infestação. Os 95% restantes estão no ambiente.

Ovos:

A fêmea pode depositar de 400 até 2 mil ovos em sua vida adulta.

Os ovos não são visualizados facilmente a olho nu; possuem casca lisa e não são adesivos, portanto, mesmo que a pulga os deposite sobre o animal, eles acabarão caindo no chão. Só vão permanecer naqueles animais que tiverem a pelagem muito espessa.

São resistentes a produtos de limpeza e às adversidades do ambiente.

Dependendo do clima, essa fase dura de 2 até 12 dias.

Larvas:

Com formato de vermes, ficam em lugares com o mínimo de luminosidade, como frestas de tacos, fibras de tapetes e carpetes e nos rejuntes de piso frio.
São sensíveis a vibrações, por isso quando vamos limpar a casa, varrer ou passar aspirador, elas se enrolam, o que acaba dificultando a sua retirada.

Escurecem após se alimentarem de matéria orgânica presente no ambiente. Nos últimos dias como larvas, param de se alimentar. Então tecem uma seda adesiva ao redor de si mesmas, que aderirá partículas do ambiente, formando assim a pupa. A fase de larva dura de 9 até 20 dias.

Pupa:



A pupa é semelhante a um casulo, sendo muito resistente às condições externas e aos produtos de limpeza. Dependendo do clima, esse estágio pode durar de 7 até 365 dias.




Adulta:


A pulga adulta sai da pupa mediante um estímulo externo, como calor, umidade, vibrações e gás carbônico, para então procurar um hospedeiro.

As adultas são hematófagos (alimentam-se de sangue) e podem viver até 113 dias.



Curiosidades:

Origem:

Voltando aos primórdios, verificamos que a pulga está em nosso planeta há muito tempo. Estudos indicam o aparecimento dos ancestrais da pulga na Era Paleozóica, cerca de 280-225 milhões de anos a.C. Existe comprovação de ancestrais mais parecidos com as pulgas de hoje datando da Era Cenozóica (65-50 milhões de anos a.C.).

A espécie mais comum no Brasil é a Ctenocephalides felis felis, que foi introduzida no continente americano possivelmente no século XVI com a vinda dos colonizadores europeus e seus animais.

Espécies:

Você sabia que existem em torno de 2.500 espécies diferentes de pulgas?

Conheça algumas delas:

Ctenocephalides felis felis - Parasita os cães, os gatos, o homem em algumas situações.
Ctenocephalides canis - Parasita os cães, os gatos e o homem em algumas situações.
Pulex irritans - Parasita preferencialmente os homens, mas também cães e gatos.
Xenopsylla cheopis - Pulga dos roedores; pode também picar o homem, sendo a principal vetora da peste bubônica.
Tunga penetrans - Popularmente conhecida como "bicho-do-pé", acomete os mamíferos penetrando na sua pele.

Observações:
  • A pulga é um parasita muito voraz. 72 pulgas adultas podem consumir 1ml do sangue do animal por dia.
  • A pulga é uma ótima saltadora. Ela pode saltar mais de trezentas vezes a altura do seu próprio corpo. Se nós pudéssemos fazer isso, seria o equivalente a pularmos a altura do Pão de Açúcar!
  • As pulgas adultas, após saírem das pupas, procuram ficar nas pontas dos tapetes, dos móveis ou em cima de qualquer objeto para facilmente localizar o seu hospedeiro.
Riscos:
  • A pulga é o hospedeiro intermediário do Dipylidium caninum, que causa uma doença grave no animal e no homem causa a Zoonose Dipilidiose
  • A picada da pulga causa irritação na pele dos animais ou DAPP (Dermatite Alérgica à Picada de Pulgas), além de anemia, irritação e estresse.
Atitudes:

Para os Animais:

A Bayer possui uma ampla linha de produtos para o tratamento dos nossos amigos e também do ambiente onde eles vivem.

Confira toda a linha de Antipulgas para cães, pois para cada situação a Bayer tem uma solução. Conheça o Bayer Parasite Solutions.

Procure um Médico Veterinário para orientá-lo adequadamente.

Para o Ambiente:

A Bayer possui o Fleegard®, Antipulgas para ambientes internos e o Bolfo®, Talco Antipulgas.

Procure um Médico Veterinário para orientá-lo adequadamente.

Mitos:

"O meu animal não tem pulgas porque ele vive dentro de casa, que é muito limpa." - As pulgas sobrevivem em qualquer ambiente, seja interno ou externo. Muitas vezes, as áreas internas das residências acabam oferecendo até mais condições propícias para a proliferação e o esconderijo das pulgas, sendo que suas formas jovens são muito resistentes a produtos de limpeza.

"Percebi que meu animal está cheio de "ovos" pretos na pele e nos pêlos." - O ovo da pulga não é perceptível visualmente, pois é minúsculo, além de sua coloração ser perolada e não preta. Aqueles pontinhos pretos que vemos na pele do animal são as fezes da pulga adulta, principal alimento das larvas.

"O meu animal de estimação não pode ter pulgas porque, se tivesse, estariam subindo nas pessoas que vivem na residência." - A pulga do cão só subirá em humanos em último caso. Elas têm preferência por cães e gatos. O fato delas não subirem em nós, não quer dizer que não estejam em nossas residências.

"A minha casa é toda de piso frio, não tem pulgas." - A pulga sobrevive e se prolifera em qualquer tipo de superfície.

"O meu animal de estimação não pode ter pulgas porque eu as veria." - Nem sempre o parasita fica o tempo todo no mesmo ponto do corpo do animal. Poderemos notar a coceira e visualizar as fezes. Se o animal estiver se coçando muito, o ideal é levá-lo ao Médico Veterinário de nossa confiança.

sábado, 23 de outubro de 2010

Carrapatos. Um Parasita Que Pode Matar.

Parasitismo é uma relação direta e estreita entre dois organismos geralmente bem determinados. O hospedeiro é essencial para a continuidade da existência do parasita, que necessita do hospedeiro para se nutrir. Uma característica muito importante do Parasitismo é a adaptação do parasita que se organiza ao modo de vida do hospedeiro.

Os carrapatos são parasitas externos. Eles sobem no animal, fixam-se na pele para sugar o sangue e podem transmitir agentes causadores de doenças. Quando essa situação ocorrer é preciso buscar um tratamento adequado, o mais rápido possível, conforme orientação do Médico Veterinário.




Veja ao lado a proporção do tamanho de cada fase do ciclo do Carrapato Vermelho do Cão.


   

Ciclo:

O Carrapato Vermelho do Cão, ou Rhipicephalus sanguineus, é a espécie mais comum de carrapato que infesta o animal. Está perfeitamente adaptado às áreas urbanas, podendo ser encontrado no interior das residências em lugares altos, sem umidade e com baixa luminosidade, como em frestas, rodapés, batentes de porta, atrás de quadros e embaixo de estrados de camas.

Eles se escondem em "ninhos" no ambiente para mudar de fase ou para a fêmea iniciar a postura dos ovos. Depois de sair desse esconderijo, procuram o nosso amigo para se fixar e se alimentar.

Ovos:

Cada fêmea do Carrapato Vermelho do Cão coloca de 3 mil até 4 mil ovos, que vão se desenvolver entre 20 e 60 dias e se transformar em pequenas larvas com 6 pernas.

Larvas:

Ao sair dos ovos, as larvas levam de 5 a 7 dias para começar a procurar o hospedeiro. Os carrapatos têm o Órgão de Haller, um órgão sensorial que fica na ponta dos primeiros pares de patas. Através dele os carrapatos localizam o cão e andam até encontrá-lo. Estando no hospedeiro, procuram os lugares com a pele mais macia, fixam-se e sugam o sangue. Então desprendem-se, caem no chão, sobem e abrigam-se nos lugares altos para se transformar em ninfa. Essa mudança ocorre do 5º ao 49º dia.
  
Ninfas:


 Já transformadas (com 8 pernas), procuram um hospedeiro e o parasitam principalmente na região da cabeça, orelhas, pescoço e nos espaços entre os dedos. Ficam no hospedeiro por volta de 3 dias, desprendem-se novamente, procuram um local para se esconder (lugares altos) e passar para o estágio adulto.



Adultos:

No esconderijo, as ninfas se transformam em carrapatos machos ou fêmeas. Essa mudança ocorre do 10º ao 16º dia. Como adultos podem passar meses sem o hospedeiro, portanto sem se alimentar. Ficam aguardando uma condição de clima adequada para saírem de seus abrigos. Ao subir no hospedeiro, os machos e fêmeas perambulam pelo corpo do cão até encontrar um lugar ideal para se fixar. A fêmea, após ser fecundada, alimenta-se do sangue do hospedeiro, se desprende do animal, cai no chão e busca um lugar propício para iniciar a postura dos ovos.
Curiosidades:

"Carrapato Vermelho do Cão" ou " Carrapato Marrom do Cão" - Rhipicephalus sanguineus.
  • O Carrapato Vermelho do Cão, como é popularmente conhecido, não é nativo do Brasil. Ele possivelmente originou-se na África e foi introduzido no país durante o período da colonização, iniciada no século XVI.
  • Ao abandonar seu hospedeiro, a fêmea precisa de alguns dias para iniciar a postura dos ovos. Caso ela seja esmagada antes desse período, os embriões ainda não terão completado sua maturação, além de estarem sem a camada protetora. Para que os ovos sejam viáveis no meio ambiente, é necessária a ação de uma glândula (chamada Órgão de Genet) que secreta uma camada protetora para os ovos. Tendo voltado ao ambiente e realizado a postura de ovos, a fêmea morre. Com os ovos depositados reinicia-se todo o ciclo.
  • Jejum que suportam:
    Larva - até 60 dias.
    Machos adultos - até 200 dias.
    Fêmeas adultas - até 220 dias.
  • Eles não gostam de luminosidade, por isso geralmente saem dos esconderijos à noite ou nas horas do dia de menor claridade.
  • O carrapato do cão não troca de fase sobre o animal. Ele sempre faz isso no ambiente, de preferência escondido em lugares altos.
Outras Espécies e suas Origens:
  • "Carrapato-estrela" ou "Carrapato do Cavalo" - Amblyomma cajennense.
    Nativo do Brasil, ele vive nas matas e parasita várias espécies animais. Pode subir em cães, homens, no entanto é normalmente encontrado nos cavalos.
  • "Carrapato do Boi" - Boophilus microplus.
    São carrapatos presentes em vários continentes, exceto na Europa. Parasitam os bovinos.
Riscos:

Doenças que os Carrapatos Podem Transmitir aos Cães:

Em altas infestações de carrapatos, nosso amigo pode ficar anêmico. Isso porque, além de se alimentar do sangue, o parasita traz doenças que atacam os glóbulos vermelhos e brancos.
  • Erliquiose - É uma doença infecciosa grave transmitida pelo carrapato do cão. Um parasita pica um cachorro contaminado, numa outra fase pica um animal saudável e transmite o agente da doença. Esse agente é uma bactéria do gênero Ehrlichia, sendo a principal espécie a Ehrlichia canis.
    A Erliquiose tem três fases: aguda (início da infecção), subclínica (geralmente sem sintomas) e crônica (com infecções persistentes). Procure um Médico Veterinário para orientá-lo adequadamente.
  • Babesiose - Transmitida pelo carrapato, é uma doença parasitária decorrente de um protozoário, Babesia canis. Ele infecta os glóbulos vermelhos dos cães e multiplica-se. A febre marca o estágio em que essas células são rompidas e os protozoários se deslocam para outras. Procure um Médico Veterinário para orientá-lo adequadamente.
  • Hepatozoonose - É uma doença transmitida por carrapatos, causada por um protozoário do gênero Hepatozoon. Procure um Médico Veterinário para orientá-lo adequadamente.
Cuidados e Higiene com o Ambiente e com os Animais:

Com os Animais:

A Bayer possui uma linha de produtos carrapaticidas para tratar os nossos amigos, como o Advantage® Max3, carrapaticida com tripla proteção, de uso mensal, e a Kiltix®, coleira carrapaticida de longa duração, com ação por até 7 meses. Para banhos no animal, que podem ser feitos semanalmente, a Bayer tem o Asuntol®, sabonete parasiticida.

Com o Ambiente:

Em um local infestado por carrapatos, apenas 5% dos parasitas estão sobre os animais e o restante encontra-se no ambiente. No caso do carrapato dos cães, é importante alertar que os principais locais a serem tratados são os lugares altos, como batentes de porta e janela, rodapés, embaixo de móveis e estrados de cama, frestas, muros e paredes.

Recomenda-se utilizar produtos adequados e seguros, sempre ler as instruções que constam nas embalagens, preparar a diluição adequada, respeitar o tempo de isolamento do local tratado. É importante também dar continuidade ao tratamento, principalmente nos períodos de maior infestação. Procure um Médico Veterinário para orientá-lo adequadamente.

Mitos:

Muitas vezes acreditamos que nosso amigo não vai ser vítima de parasitas. Naturalmente, as chances são menores quando cuidamos dele com carinho e responsabilidade. Porém, os parasitas têm uma grande capacidade de sobrevivência, por isso é importante conhecê-los bem para poder lidar melhor com o problema.

Veja Alguns Mitos Abaixo:

"Os pássaros e o vento estão trazendo carrapatos." - Os carrapatos não são trazidos pelo vento e a espécie Rhipicephalus sanguineus tem preferência pelos cães. Dificilmente subiriam em aves.

"O carrapato brota do sangue do meu animal." - Os carrapatos são parasitas externos que procuram o animal para se alimentar. Não saem do seu sangue, e sim se alimentam dele.

"Na minha casa não tem grama, por isso não pode ter carrapatos." - Existem os carrapatos que vivem na vegetação, como o Carrapato-estrela, por exemplo. Já o Carrapato Vermelho do Cão prefere lugares altos e sem umidade, por isso o fato do nosso quintal ser cimentado não descarta a possibilidade da existência desse parasita.

"Passei veneno no chão, por isso não tem carrapatos na minha casa." - Como o Carrapato Vermelho do Cão se esconde em lugares altos, sempre devemos focar o tratamento ambiental nas paredes, batentes de portas e janelas, atrás dos quadros, embaixo de estrado de cama e nos muros do quintal. Se tratarmos somente o chão, não atingiremos seus esconderijos.

"Eu moro em apartamento, portanto não tem como ter carrapatos." - Como o Carrapato Vermelho do Cão sobe paredes, nada impede sua sobrevivência num prédio, até porque as áreas internas das residências oferecem condições propícias e esconderijos para essa espécie de carrapato.

"A minha casa é limpa, não tem carrapatos." - Infelizmente produtos de limpeza não exterminam o carrapato. O ideal é usarmos produtos específicos para o Carrapato Vermelho do Cão.

"Usei produto contra carrapatos, mas eles estão reaparecendo após 15 dias." - Os carrapatos que estão aparecendo não são os mesmos que estavam no animal antes do tratamento. Todos os dias, tendo condições climáticas favoráveis, novos parasitas sairão dos esconderijos e procurarão o hospedeiro. Portanto, para um controle efetivo dos carrapatos, é importante tratar tanto o animal quanto o ambiente.

"O meu animal de estimação não pode ter carrapatos porque se tivesse estariam subindo nas pessoas que vivem na residência." - O Carrapato Vermelho do Cão raramente sobe em gatos e em seres humanos, tendo preferência pelos cães. Já o Carrapato-estrela pode parasitar qualquer espécie animal, incluindo o homem.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Distúrbios de Comportamentos. Help Dr. Pet!

Distúrbios de Comportamento do Cão

Os cães são amigos de estimação maravilhosos e merecem todos os cuidados. Para que possamos ter uma convivência saudável com eles é importante conhecermos algumas questões comportamentais.

Todos os cães domésticos, Canis familiaris, descendem do lobo que vive em matilha. A matilha é uma unidade social que tem uma organização, que tem regras sociais baseadas principalmente na hierarquia, ou seja, no líder ou dominante, e nos submissos. O líder, que é chamado de líder-alfa, também pode ser um casal-alfa; estes resolvem as divergências com sua autoridade para que haja mais harmonia na matilha.

Cada vez mais os cães são considerados membros da família. Para o cão, a família humana será a sua "matilha" e nela ele procurará encontrar um líder, ou um dominante. Assim, o melhor é que o proprietário faça o papel de "dominante", uma vez que é ele quem deve orientar o comportamento do animal dentro da família, impondo os limites. O cão terá em seu dono a imagem de "líder da matilha".

O comportamento do cão pode ser estudado sob diversos aspectos. Para conhecer melhor seu amigo, destacamos algumas classes do comportamento canino:

Comportamento Social:

Começa ao nascimento, passa pelos estágios de socialização e torna-se mais complexo à medida que o amigo de estimação passa por estágios de maturação comportamental e interage com grupos diversos, desenvolvendo relações de dominância ou de subordinação.

O desenvolvimento do comportamento social dos filhotes pode ser dividido em quatro períodos:
  • O Período Neonatal vai desde o nascimento até a abertura dos olhos. Nesse período o comportamento resume-se a mamar e dormir;
  • O Período de Transição começa com a abertura dos ouvidos e o filhote começando a perceber os ruídos;
  • O Período de Socialização inicia-se após o período de transição, com três semanas de idade, e termina com aproximadamente 12 semanas. É uma fase muito importante, pois o filhote começará a interagir com o que há ao seu redor, ou seja, com pessoas, com outros animais e com objetos;
  • O quarto, e último período, é o Período Juvenil, que vai de 12 semanas de vida até a maturidade sexual.
A "terceira idade" é um capítulo especial do cão geriátrico, uma vez que, nessa fase da vida, o cão é mais vulnerável a todo o tipo de stress, por isso também merece todo amparo e compreensão.

Comportamento Comunicativo:

Os cães comunicam-se de duas formas: verbal e não-verbal. A comunicação verbal, ou comunicação vocal, corresponde a uma diversidade de sons, como latidos, gemidos, grunhidos, uivos, silvos, rosnados, choros, entre outros. O latido se inicia entre a 2ª e a 4ª semana de vida, dependendo da raça. A comunicação não-verbal corresponde às posturas e os movimentos do cão.



Comportamento Alimentar:

Inicia-se com o recém-nascido ingerindo leite. Com 4 semanas de vida os filhotes começam a ingerir alimentos semi-sólidos. Os cães desenvolverão preferências, utilizando-se do olfato e do sentido da gustação, dependendo do que lhes seja oferecido durante o seu desenvolvimento. O proprietário deve aconselhar-se com o Médico Veterinário sobre a alimentação mais adequada e deve estar atento a quaisquer distúrbios gastrointestinais e do crescimento.

Para entendermos melhor o cão, além das classes de comportamento citadas acima, devemos também conhecer as particularidades de seu comportamento sexual, comportamento de eliminação, comportamento de locomoção, de agressão e o higiênico.

A convivência com o cão nem sempre é isenta de dificuldades, às vezes está sujeita a desentendimentos. Os distúrbios de comportamento vão de agressividade com os próprios donos, ao ato de pular nas visitas, passando por componentes de ansiedade e medo.

O proprietário disposto a exercer a posse responsável, a dedicar amor e carinho ao seu animal de estimação, deve procurar informar-se sobre as necessidades dele. O filhote, ao ganhar um lar, deve aprender desde pequeno a ter limites e cabe ao dono ensiná-lo corretamente.

Desejando orientações sobre o comportamento de seu animal de estimação, procure o apoio de um profissional especializado.

Algumas Curiosidades Sobre os Cães:
  • Os cães lambem a água e a língua enrolada para trás funciona como uma concha para levar água à boca;
  • Quando o cão fica ofegante, o faz para amenizar o calor e equilibrar a temperatura corporal;
  • Em geral os machos pesam cerca de 10% mais que as fêmeas da mesma raça;
  • O cão nasce com os olhos e ouvidos selados fisicamente;
  • Os cães da raça Basenji, de origem africana, são os únicos que não latem e gostam de subir em lugares altos, como os gatos;
  • Os cães da raça Greyhound, conhecidos cães de corrida, podem atingir a velocidade de 70 km por hora;
  • O cão foi uma das primeiras espécies de animais a serem domesticadas.
Fonte: Bayer Pet
Fotos Pessoais do Canil Madjarof

sábado, 16 de outubro de 2010

Tratamento de Cromoterapia Para seus Cães

A Cromoterapia é o uso da energia das cores para a harmonização e equilíbrio do indivíduo e do animal.

A energia do sol era utilizada pelos egípcios, hindus, chineses e gregos, vários séculos antes da nossa era, antes de Cristo, exatamente.

A cor é o que define a existência das coisas para os nossos olhos, é a nossa primeira porta para o mundo. Os gregos veneravam o deus Hélio (Sol), considerado como "O Olho do Mundo", aquele que tudo vê. Os egípcios, por sua vez, possuíam templos de cura baseados no uso da luz solar, associados a complementos coloridos e banhos de sol, de acordo com o estado da pessoa e com as estações do ano.

Os hindus, veneravam Surya, o deus Sol, e, segundo estes, recebemos a energia vital (Ki) contida no ar que respiramos.

Hoje, a Cromoterapia já é muito popular. A cor é utilizada para curar e ajudar muitas pessoas e animais doentes e com problemas de stress.

O nosso corpo absorve a energia das cores pela vibração que estas emanam. Todos os órgãos, sistemas e funções do corpo, estão ligados aos sete centros de energia principais do organismo, os Chakras, e cada centro corresponde a uma das sete cores do espectro solar.

Pelas cores recebemos a energia que necessitamos para manter um corpo e mente sadios. Quando algo está em desarmonia, podemos fortificar os nossos Chakras, pelo uso consistente da cor.

Os animais não são diferentes , são formados por energia , possuem os vórtices de energia como nós , e são afetados por disfunções nessa energia também , causando futuras doenças.

Eles tambem podem se beneficiar da cromoterapia , assim como de qualquer terapia vibracional ou energética.

Antes de entrarmos na cromoterapia propriamente dita , temos que falar um pouco sobre os vórtices de energia, os chamados chacras.

A Cromoterapia é a ciência que utiliza a vibração das cores do espectro solar para restaurar o re-equilíbrio físico-energético em áreas do corpo que apresentam alguma disfunção. As propriedades terapêuticas de cada cor vão agir nos campos energéticos que chamamos de Chakras, corrigindo e reativando o campo vibratório celular.

A Cromoterapia é uma terapia holística por tratar o ser como um todo. Cada cor tem uma vibração específica, atuando desde o nível físico até níveis mais sutis. A aplicação de cada cor tem como finalidade suprir carências de determinadas vibrações energéticas no corpo e neutralizar o excesso de outras.

A vibração de cada cor pode ser introduzida no corpo através de alimentos, líquidos e sólidos solarizados, luz solar ou artificial, visualização de cores, roupas, ambientes, pedras e cristais.

Alguns Métodos Terapêuticos:

A luz consiste em sete cores principais de energia:

- Vermelho
- Laranja
- Amarelo
- Verde
- Azul
- Indigo
- Violeta  

Uso Terapêutico das Cores: 

Vermelho aumenta a energia vital.

Rosa
ativa a energia amorosa, elimina impurezas do sangue.

Laranja proporciona maior alegria, jovialidade e libido, elimina gorduras em áreas localizadas.

Amarelo desenvolve a criatividade, purifica o sistema e é benéfico para a pele.

Amarelo forte 
fortifica o corpo e age em tecidos internos.

Verde aumenta a capacidade física e mental.

Verde forte anti-infeccioso, anti-séptico e regenerador.

Azul acalma e equilibra, é analgésico, regenera as células dos músculos, nervos, pele e aparelho circulatório.

Azul forte lubrifica as juntas e articulações.

Rosa forte age como desobstruidor e cauterizador das veias, vasos e artérias e elimina impurezas do sangue
Indigo anestésico, coagulante e purificador da corrente sanguínea, limpa as correntes psíquicas.

Violeta - sedativo dos nervos motores e sistema linfático, cauteriza as infecções e inflamações.

Dourado - concede a influência do Sol, dando ânimo e exaltação. representa a opulência e a riqueza. Acelera o ritmo da bailarina.

Prateado - concede a influência da Lua, proporciona mistério, magia, receptividade e uma natureza mais feminina.

Fonte: HOLISTICAVET

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Irish Wolfhound: O Mais Dócil dos Gigantes!

Eu e Dustin na TV Gazeta
Conheça o Irish Wolfhound - O Maior Cão do Mundo

Ele é enorme, de elevada estatura e dotado de excepcional força muscular. Não, não se trata do Rambo! Estamos falando do Irish Wolfhound, o grandão do mundo canino.

Um animal de grande porte corre velozmente pelos campos da Irlanda. Com a imponência de um galgo e a precisão de um exímio caçador, abate a presa perseguida - um alce gigante. Sua majestade, o Rei, e seus companheiros de caçada vão ao encontro do brilhante herói, que os aguarda ansiosamente com o troféu entre os dentes. Esse caçador vitorioso não é ninguém mais, senão o Irish Wolfhound.

Irish Wolfhound
O Wolfhound Irlandês que hoje conhecemos se enquadra perfeitamente com as gravuras da vida feudal na Idade Média. Mas por trás dessa aparência forte e grande bate um coração gentil.

Uma aura antiga e romântica envolve a origem desse grande Hound na Inglaterra. Já Arriano, no século II, mencionava ágeis Hounds que foram levados para a Grécia, durante a invasão dos celtas, que saquearam Delfos em 273 a.C. Como prova disto temos algumas estátuas, jóias e pinturas, posteriormente recuperadas.

Nossos Cães - Canil
A raça já era bem conhecida em Roma. Mas o primeiro registro autêntico data de 391, quando o cônsul romano Quintus Aurelius Symmachus o menciona numa carta escrita a seu irmão Flávio, agradecendo-lhe o presente de sete Wolfhounds Irlandeses "que maravilharam toda Roma".

A literatura antiga da Irlanda faz muitas referências a esses cães enormes, e as leis antigas demonstram como eram estimados. Eram os mais valiosos cães de caça dos primeiros séculos, famosos por suas façanhas e sabedoria.

Nossos Cães em Casa
Em 1596 o grande poeta espanhol Lope de Vega escreveu um soneto sobre Wolfhound Irlandês. Em 1790 Bewick dizia: "O Greyhound Irlandês é o maior entre as espécies caninas, e sua aparência é a mais bonita. Tem aproximadamente três pés de altura e é semelhante ao Greyhound, mas muito forte. Seu aspecto é meigo, sua disposição agradável, e sua força é tão grande que num combate com Mastiffs ou Bulldogs a eles se iguala. Geralmente pega seus adversários pelo dorso e os sacode até a morte, o que sua enorme força lhe permite fazer".

Esses poderosos cães eram utilizados não só na caçada ao lobo irlandês, mas também ao gigantesco alce.

Nossos Irishs Correndo
Contudo, com o desaparecimento dos lobos e alces e por causa das excessivas exportações, a raça quase se tornou extinta. Coube então ao capitão G.A. Graham, oficial escocês no exército britânico, reunir alguns exemplares remanescentes e, graças a criteriosos acasalamentos outcrossing, reabilitar a raça. Começou tal trabalho em 1862 e levou 20 anos até atingir seu ideal: em 1885 o padrão foi fixado sob sua supervisão.

A disposição do Irish Wolfhound para o esporte não pode ser questionada. No continente europeu é utilizado em vários tipos de caçadas, como na caça ao javali selvagem. No Quênia já chegou a ser utilizado em caçadas a leões. Nos Estados Unidos é muito usado para perseguir e matar coiotes ou mesmo lobos.

Contudo, hoje em dia é pouco utilizado neste tipo de trabalho. Mas nem por isso deixa de ser um cão de caça e assim deve ser acasalado, considerando-se as exigências do padrão.

Veja o vídeo abaixo, com uma máteria que eu fiz com o Irish Wolfhound Dustin e a minha Maltês Nick para o Programa da Olga Bongiovanni.

 

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