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Malteses: Minha Paixão!

Maltês: O cão amigo e companheiro!

Oração de um cão abandonado.

Deus... Sei que sou um ser criado por ti, para ser amado pelos homens mas nasci sem a sorte de alguns de minha espécie...

Irish Wolfhound - O maior cão do mundo

Ele é enorme, de elevada estatura e dotado de excepcional força muscular. Não, não se trata do Rambo! Estamos falando do Irish Wolfhound, o grandão do mundo canino...

A espiritualidade dos animais.

Segundo a filosofia espírita, a evolução humana se inicia no nível da simplicidade moral e da ignorância intelectual, mas é antecedida por estágios evolutivos nos reinos inferiores da criação...

Guarda responsável é amar o seu animal.

Eles precisam de amor, carinho, compreensão... Dê amor a quem te dá a vida!

sábado, 26 de novembro de 2011

Piometra - Você Sabe o que é Isso?

Útero Canino com Piometra

A piometra é uma infecção uterina que se desenvolve quando ocorre uma invasão bacteriana em um endométrio anormal, levando a um acúmulo de pus no útero. Animais de meia idade e idosos (a partir dos 4 a 5 anos) costumam ser acometidos com maior frequência, embora fêmeas jovens também possam ter esta infecção. O uso de anticoncepcionais pode aumentar o risco da doença.

Em todos esses casos, é importante ficar atento aos principais sintomas para não perder tempo e aumentar o risco de vida do animal.

Os sintomas mais comuns são:

Distensão Abdominal
Corrimento vaginal (que pode variar de sanguinolento a mucopurulento, ou pode estar ausente, no caso de uma piometra fechada);
Apatia;
Falta de apetite;
Aumento da ingestão de água e da produção de urina;
Vômito;
Distensão abdominal (barriga inchada).

A piometra é uma doença que, se não tratada corretamente, pode levar ao óbito devido principalmente ao quadro infeccioso e à insuficiência renal. Mas o tratamento mostra-se muito eficaz se precoce. Ele é cirúrgico, com a realização da ovário-salpingo-histerectomia (castração), associado à antibioticoterapia, além de tratamento suporte (fluidoterapia, antieméticos etc).

Como acontece:

A cadela, por algum distúrbio hormonal, começa a produzir progesterona (hormônio sexual feminino) e esse excesso leva a uma alteração das células da mucosa uterina. Com isso, ocorre o acúmulo de grande quantidade de líquido dentro do útero.

Secreção Purulenta
O útero com piometra fica repleto de secreção, aumenta de tamanho e o organismo absorve o conteúdo purulento (pus), levando a fêmea a uma intoxicação pelas toxinas bacterianas. Esse líquido acaba se contaminando, determinando a piometra. Por causa do acúmulo, a infecção normalmente não responde bem ao tratamento com antibióticos, já que o líquido presente continuaria "alimentando" a infecção, além disso, o emprego de antibióticos locais é de pouca valia, pois o formato do útero das cadelas (em "Y") impediria que a lavagem chegasse a todo o útero.

Além disso, muitas vezes, temos a piometra fechada, onde uma parte mais densa da vagina se encontra fechada, impedindo assim a introdução de uma sonda para lavagem.

Laika (minha cachorra)
No caso minha cachorra Laika (foto ao lado), que foi uma piometra fechada, o quadro foi mais complicado, pois além de não ter o corrimento, que teria facilitado detectar o problema, não teve eliminação do material purulento. Esse material retido dentro do útero aumenta a gravidade do quadro.

Se a Laika não tivesse sido operada naquele mesmo dia, ela poderia ter morrido, pois o caso era tão grave que no ultrassom já aparecia comprometimento dos rins e fígado. Se ela não fosse operada a tempo, dificilmente sobreviveria.

Sintomas:

Secreção Vaginal Purulenta
O pior é que nem sempre fica fácil identificar os sintomas da piometra. Se a piometra se manifestar de forma "aberta", é possível perceber um corrimento. Esse corrimento normalmente se apresenta purulento, grosso, mal cheiroso, e muitas vezes com sangue. Já se a piometra for fechada, não teremos o corrimento e só veremos os sintomas da fase posterior, já de intoxicação orgânica pela infecção uterina. Nessa fase, o animal apresenta um aumento no volume e no número de vezes em que a cadela urina, bem como aumento no consumo de água. A cadela fica apática e pode ainda apresentar febre, vômito e cólicas, além de algumas vezes percebermos um aumento abdominal.

Castrar para prevenir:

Apesar da maioria dos casos se manifestarem em cadelas a partir dos cinco anos de idade, a piometra pode atingir animais mais jovens. Além disso, por atingir mais cadelas que nunca tiveram cria, há uma mentalidade errônea que induz as pessoas a cruzar suas cadelas para evitar a doença.  A única prevenção eficaz é realmente a castração, aliás, com ela, pela retirada do útero eliminamos de vez o risco da piometra e diminuímos também o risco de tumores de mama.

Ultrassonografia de Útero com Piometra
O diagnóstico é feito pelos sinais clínicos, hemograma, exame laboratorial e ultrasonografia. Quando detectada a tempo, a doença tem tratamento cirúrgico que consiste na remoção do útero associada a uma terapia com antibióticos. Após a cirurgia, a recuperação é rápida, pois o foco de infecção já foi erradicado. O melhor método preventivo é a castração de cadelas e gatas logo após o primeiro cio.

O diagnóstico e a cirurgia só podem ser feitos pelo veterinário.

Fotos: Arquivo pessoal e retiradas da Internet

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Você Sabe o que é Vivissecção? Diga NÃO!

Por ano cerca de 400.000.000 de animais no mundo inteiro são mortos em experiências realizadas em laboratórios, mais conhecidas pelos profissionais da área como vivissecção. As vítimas desses abusos são: macacos, cachorros, gatos, coelhos, camundongos, porquinho da índia, rãs, pombos e outros roedores. Esses animais são desnecessariamente queimados, eletrocutados, envenenados, afogados, privados de sua alimentação e comportamento natural e forçados a ingerir substâncias tóxicas para fins ditos "científicos".

Os animais sacrificados por pesquisadores da área médica, indústria alimentícia e de cosméticos, entre outras; para justificar a vivissecção, a maioria dos cientistas adota a teoria da necessidade humana. Há quem afirme, porém, que essa é uma pratica dispensável e até mesmo inútil.
 
 "O homem é senhor e proprietário, enquanto o animal não passa de um autômato, uma maquina animada. Quando um animal geme, não é uma queixa, é apenas o ranger de um mecanismo que funciona mal. Quando a roda de uma charrete range, isso não quer dizer que a charrete sofra, mas apenas que não está lubrificada. Devemos entender da mesma maneira os gemidos dos animais, e é inútil lamentar o destino de um cachorro que é dissecado vivo num laboratório." (Descartes) Até o século XVII, as ciências físicas limitavam-se ao que se denominava "filosofia natural", indagando apenas os fatos da vida diária, auxiliada pela linguagem matemática. A partir desse século surgiram as "Sociedades Científicas", entidades livres da subordinação governamental e da igreja. Nessa época foi facultada aos estudiosos a penetração em áreas antes interditadas, consolidando-se, então, o método experimental.

O propósito de se estudar o mundo natural se resumia (e ainda se resume) em que a natureza, desde que conhecida, seria denominada, gerida e utilizada a serviço da vida humana. Os estudos dos animais objetivavam determinar se eles podiam ser de alguma serventia ao gênero humano, como alimento e remédio, e se esses e quaisquer outros usos deles podiam ser ainda mais aprimorados. E isso continua acontecendo ainda hoje.

A convicção de que havia uma diferença fundamental entre a humanidade e as outras formas de vida abriu o caminho para o exercício ilimitado da dominação humana. E com o cartesianismo instaurou-se um corte absoluto entre o homem e o restante da natureza. A declaração sobre os animais feita por Descartes, cujas atitudes e opiniões são aplaudidas até agora pelo mundo científico, simplesmente tira o fôlego. E é essa atitude, digna de um Hitler, que justifica até hoje as experiências em animais feitas por "cientistas" do mundo inteiro.

Cerca de 400 milhões de animais são sacrificados todos os anos pelas necessidades da vivissecção. Um terço desse incrível número pertence à investigação médica; dois terços a atividades diversas: indústria de alimentação, cosméticos, produtos de limpeza, tabaco e indústria de guerra. São ratos, ratazanas, coelhos, cães, gatos, macacos, cavalos, bois – conhecidos nos laboratórios como "instrumentos biológicos".

Os animais reagem de maneira diferente da nossa: o porco espinho absorve sem perigo uma dose de ácido prússico capaz de matar um regimento. O coelho e o pombo ingerem sem problemas uma dose de beladona que mataria um homem. A salsa mata o papagaio; as amêndoas são tóxicas para cães; e muitos cogumelos consumidos pelos coelhos são extremamente perigosos para o homem. A morfina que acalma e anestesia os homens, causa uma excitação doentia em cães, gatos e ratos. Como a última etapa das experimentações com animais é sempre a experimentação no homem, freqüentemente as conseqüências são desastrosas.

Os egípcios sabiam das diferenças entre homem e animais. Por isso, para verificar se a comida do faraó continha veneno, davam um pouco de comer ao cozinheiro e não ao gato...

No "teste de amor maternal", uma macaca foi colocada com o filho nos braços, sobre uma plataforma escaldante. Motivo: descobrir se o animal usaria o filho para se salvar ou se sacrificaria para salvar o filho. A macaca deu uma grande lição ao "cientista": se sacrificou para salvar o filho... 

Outro sádico inventou de amarrar macacos em troncos e atira-los contra uma parede. Conclusão fantástica: o grau de ferimento é relacionado com a velocidade do veículo. Duzentos macacos tiveram de morrer para provar essa verdade cientificamente... 

Diz a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, proclamada por líderes de todos os países do mundo, numa Assembléia da UNESCO em Bruxelas no dia 26 de janeiro de 1978, referindo-se às experiências científicas: "A experiência animal que implica sofrimento físico é incompatível com os direitos do animal, quer seja uma experiência médica, científica, comercial, ou qualquer outra. As técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas".

Membros da comunidade científica defendem as experiências em animais porque são feitas pelo bem da humanidade. Por outro lado, as diversas organizações em defesa dos animais dizem que eles são submetidos a experiências das mais dolorosas, de todos os tipos, a maioria delas apenas para satisfazer a curiosidade do pesquisador ou cientista. 

Fica a questão crucial de toda essa controvérsia: mesmo que as experiências forem úteis para o bem da nossa raça, temos o direito de atravessar rios de sangue, ignorar atrozes sofrimentos de outros seres para melhorar a própria saúde, não percebendo que desse modo estamos barrando automaticamente o acesso a curas alternativas, mais mansas, humanas e tão eficazes, se não mais?

Jane Goodall, primatologista mundialmente conhecida por seu trabalho com chimpanzé na Tanzânia, descreveu no New York Times sua visita , em 1987, aos laboratórios do governo em Rockville, Maryland, EUA, onde são feitas experiências com chimpanzés sobre a AIDS e hepatite. Escreveu Jane: "Nunca esquecerei a expressão nos olhos daquela chimpanzé e de outra fêmea, ainda filhote. Aquela imagem me perseguirá pelo resto de minha vida. Vocês já viram os olhos de uma pessoa que, pressionado além de suas forças, sucumbiu finalmente a um desespero paralisante e total?".

Exemplos desse tipo são inúmeros e os laboratórios brasileiros tampouco ficam atrás: recentemente, uma estudante de medicina em São Paulo, cada vez mais horrorizada pelas experiências com animais a que assistia, "seqüestrou" um dos cachorros, na esperança de salvar a vida do animal. Ela entregou o cachorro aos cuidados da União Internacional Protetora dos animais, mas, apesar dos esforços do veterinário da entidade, o cachorro morreu. A necropsia deu o seguinte resultado: 

  1. Características do animal: cachorro, macho, raça indefinida, porte médio, pelagem escura, pêlos semilongos, magro e com cicatrizes a nível da linha média do abdômen e tórax esquerdo.
  2. Achados da necropsia: a) foram notadas aderências entre as alças intestinais e entre estas e o fígado; b) uma hérnia na parede abdominal direita, contendo uma alça intestinal aprisionada; c) o duodeno encontrava-se desunido do seu ponto natural de união com o estômago, estando a luz da extremidade do duodeno obliterada, onde se observou presença de fios de algodão. Constatou-se anastomose entre estômago e intestino, formada pela união das regiões do piloro e porção final de íleo, próximo a junção íleo- ceco cólica; d) não foram encontrados os seguintes órgãos na cavidade abdominal; rim esquerdo, baço e vesícula biliar; e) a nível de cavidade torácica, havia aderência entre pulmão e parede torácica e entre o pulmão e coração.
A necropsia foi assinada em 4 de janeiro de 89, pelo dr. Ricardo Firmo Neto, médico veterinário.

Pitágoras, o filósofo de Samos, matemático e astrônomo, ensinava o respeito pela vida e proteção dos animais Disse ele: "Enquanto o homem continuar a ser o destruidor impiedoso dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá nem a saúde nem a paz. Enquanto os homens dizimarem os animais, matar-se ao entre si. Quem semeia a morte e a dor não pode com efeito, recolher a alegria e o amor".
Segundo um mestre Hindu os gritos de sofrimento dos animais não param de ressoar nos ouvidos dos homens. "Mas são poucos os que prestam atenção e menos ainda os que agem. Por isso, cuidado, oh! discípulos: se consciência e ciência não andam de mãos dadas, você estará seguindo o caminho do Outro, do Mal , da Escuridão, o caminho do adversário", conclui ele. 

Sempre que alguém diz "não devemos ser sentimentais", entenda-se que está prestes a fazer algo cruel. E se acrescentar: "temos que ser realistas", significa que vai ganhar dinheiro com isso. (Brigid Brophy) 

Fonte: Por Adelaide Trindade e Virgínia Van Prehn, artigo publicado na revista Planeta, edição especial – SOS Natureza em março de 1990 pela Editora Três.
Fotos retiradas da Internet

domingo, 25 de setembro de 2011

Você Sabe o que é Etologia Canina?

O cão é, dos animais domésticos, o que mais se adaptou ao convívio com o ser humano.

Além de nos proporcionar uma excelente companhia, preenchendo nossas horas de solidão, presta relevantes serviços no trabalho de equipe.

A admiração pelo despojamento do caráter canino, remonta dos primórdios desse relacionamento.

As atitudes e o comportamento desses animais nos tocam, não só pela simplicidade, mas, também, pela mais completa ausência de revanchismo.

A etologia é uma ciência, relativamente nova, que trata o comportamento ético individual e social dos animais, estudando-o, apenas, pela observação e anotação, guardando o respeito à territorialidade e à privacidade, sem a mais tênue interferência.
 
O pai dessa idéia, Konrad Lorenz, realizou alguns trabalhos de campo, juntamente com seu grande amigo e assistente Paul Leyhausen, no início deste século. Mais tarde, adotaram essa idéia Nicolaas Timbergen, Eibl Eibesfeldt, Solly Zuckermann, D. McFarland, A. Houston e tantos outros.

Exclusivamente pela observação, o estudo ético do comportamento animal, possibilitou a posterior análise e a determinação da etiologia dalgumas dessas características que estarrecem o homem, pela sua incapacidade de acessá-las.

As sociedades mais primitivas, as menos civilizadas, são as mais lógicas e as mais próximas desse almejado comportamento.

Todos os "métodos didáticos" civilizados são radicalmente opostos ao de todas as outras espécies animais, classificadas, ainda hoje, como "irracionais".

Desde o nascimento nós aprendemos a não fazer.

Aos seis meses começamos a aprender a segunda palavra: “mamãe”.

Assim, no lugar de proporcionar experiências, ensinamos a obediência.

Os outros animais, só aprendem com o resultado positivo de suas experiências.

Fonte: Arca de Noé
Fotos retiradas da Internet 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Adolescente Arriscou a Vida para Resgatar seu Cão

Um garoto de 15 anos não pensou duas vezes quando se jogou em um rio, em Nottinghamshire, na Inglaterra, para resgatar seu cachorro que estava se afogando. Dean Allen ainda teve de massagear o peito de Bronk, um Bull Terrier, e fazer respiração boca-a-boca no cão de estimação para salvá-lo. 

“Bronk faz parte da família e, por isso, precisava salvá-lo”, contou o garoto. “Desde outubro, participo de aulas de primeiros socorros e aprendi o procedimento da respiração boca-a-boca para salvar alguém”, completou. 

Bronk e Dean caminhavam perto do rio Ryton, quando o cachorro saltou na água. No entanto, a coleira do cãozinho ficou presa e ele não conseguiu sair do rio sozinho. 

Após salvar seu cão de estimação, Dean foi correndo para casa. Chegando lá, contou a história para sua mãe, Julie, que levou Bronk correndo ao veterinário. “Não acreditei na história de primeira. Mas, quando vi que Bronk estava mal, decidi levá-lo ao veterinário”, disse. 

“Estou muito orgulhosa do meu filho. Ele correu muito perigo ao pular no rio”, completou. No veterinário, Bronk recebeu oxigênio e foi medicado. O cachorro passa bem. 

Fonte: Daily Mail Reporter

sábado, 9 de julho de 2011

Animais Que Doam Sangue e Salvam Vidas

Cães e gatos também podem ser doadores: além de salvar a vida de outros animais, a boa ação rende um check-up gratuito.

Aquele clássico slogan de campanha, "doe sangue, doe vida", não se aplica exclusivamente a seres humanos. Cães e gatos também podem socorrer outros animais da mesma espécie, apesar do desconhecimento da maioria dos donos.

Anemias, tumores cancerígenos, doenças como insuficiência renal e leucemia, atropelamento e intoxicação por veneno são alguns dos problemas que podem levar pets a necessitar de reposição sanguínea numa mesa cirúrgica. 

Assim como ocorre entre humanos, o bicho candidato precisa estar em forma e seguir à risca as exigências para se encaixar no perfil de um doador.

Segundo o veterinário Márcio Moreira, coordenador do banco de sangue do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, em média, 20% dos bichos atendidos pelo hospital morrem por falta de doadores de sangue. Não existe uma estatística oficial para a cidade de São Paulo, mas os especialistas acreditam que esse percentual pode ser ainda maior.

Para tentar desenvolver o hábito entre os paulistanos e, com isso, salvar vidas, a universidade está organizando uma campanha. O dono liga para o hospital, marca um horário e leva o bicho até lá para doar.

Quem se submete à agulhinha passa por exames, como hemograma completo e sorologia, para detectar uma série de doenças infecciosas, transmitidas pelo sangue. Entre cães, as principais são erliquiose, conhecida como doença do carrapato, dirofilariose (verme do coração), leishmaniose e brucelose. Aids e leucemia felinas concentram as preocupações entre gatos.

O resultado dos exames demora cerca de uma semana. Geralmente, o laboratório encaminha para o dono por e-mail, fax ou correio. O objetivo dessas análises é minimizar o risco de transmissão de doenças infecciosas e de efeitos colaterais no receptor.

Bichos podem doar sangue, em média, a cada dois meses. No dia da picada, é recomendável que eles reduzam a carga de exercícios - melhor evitar passeios mais demorados, por exemplo.

Aquela tonturinha típica depois de doar sangue, comum em humanos, não costuma atordoar os animais domésticos. Rafaela Kley, veterinária do Hemovet, especialista em medicina transfusional, explica: "Em humanos, além do efeito psicológico, a queda de pressão é mais acentuada do que nos quadrúpedes".

O Hemovet trabalha com banco de sangue coletado de animais em canil. Como o hospital da Anhembi Morumbi, também recolhe de doadores voluntários, pré-agendados.

Doador Universal:

Gatos possuem três tipos de sangue: A, B e AB. Estudos internacionais detectaram cerca de 20 tipos sanguíneos entre os cães, mas seis são imprescindíveis dentro da chamada medicina transfusional: DEA ("dog erythrocyte antigen", antígeno eritrocitário canino, espécie de proteína encontrada na parede das células) 1.1, 1.2, 3, 4, 5 e 7.

Cães não nascem com anticorpos contra outros tipos sanguíneos, explica a veterinária Rafaela. Na primeira transfusão, o risco de reação é mínimo. Mas isso não impede que o mesmo animal volte a manifestar uma resposta negativa em outras transfusões; o que, inclusive, pode ser fatal.

Para evitar que a reação aconteça, antes de cada transfusão é feito um teste de compatibilidade que irá verificar a presença de anticorpos contra o sangue que o bicho vai receber. Para registro, o tipo sanguíneo canino mais comum é o DEA 1.1 positivo.

Pesquisas realizadas nos EUA revelam que a raça Greyhound – cão de corrida, de porte esguio e bem magro -, de tipo sanguíneo DEA 4, é doador universal.

Gatos são como os donos. Eles já nascem com anticorpos. "O bichano que tem sangue tipo AB, porém, é um receptor universal, ou seja, pode receber qualquer tipo de sangue", explica o veterinário Márcio.

Mas, para os bancos de sangue, desde que o material seja sadio, qualquer um dos tipos é bem-vindo.

O animal doador ganha uma medalha ou um biscotinho como agrado. Além de uma boa ação, é uma forma de manter a saúde do animal em dia sem gastar nada por isso.

Quem pode ser um doador:

Cão:

Peso mínimo de 27 kg;
Idade de um a oito anos;
Vermifugação e vacinação atualizadas;
Controle de ectoparasitas (carrapatos e pulgas);
Temperamento dócil;
Não ter passado por procedimento cirúrgico recentemente.

Gato:

Animal de ambiente interno (para evitar riscos de doenças infecciosas);
Peso mínimo de 4,5 kg;
Idade de um a sete anos;
Vermifugação e vacinação atualizadas;
Controle de ectoparasitas (carrapatos e pulgas);
O bicho precisa ser sedado para a doação;
Não ter passado por procedimento cirúrgico recentemente.

Onde doar:

Tel. (11) 60904693
Tel. (11) 69188050 

Fontes: Veterinários Márcio Moreira (Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi) e Rafaela Kley (Hemovet)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Morador de Rua Cuida de 11 Cães

Rogério é um morador de rua que vive numa carroça coberta com 10 cães, entre eles, alguns encontrados em condições extremas - espancados pelos antigos donos, jogados pela janela de um caminhão, doentes, abandonados e esfomeados, largados ao léu, amarrados em postes etc.

Vive de doações de ração, remédio e comida. Os cães são muito bem tratados, mas dependem do amor e do carinho que o Rogério tem por eles e da caridade daqueles que o conhecem e admiram. 
Olhem a limpeza dos cobertores! Muitos donos de cães e gatos, com casa própria e condições financeiras, não têm o mesmo amor, respeito, e o cuidado com seus animais de estimação...
Ele fica próximo a pontos de ônibus na Avenida Georges Corbusier, após a Rua Jequitibás (região do Jabaquara, em São Paulo). Os cães não atrapalham ninguém, são muito educados e simpáticos, e todos eles - machos e fêmeas -, são castrados, e passam boa parte do dia dentro da carroça.

Ele é muito querido pelos comerciantes da região, mas o problema é durante a madrugada, onde bêbados ao volante e garotos usuários de droga da região tem sido um constante perigo. Rogério já foi espancado por jovens que chegaram a jogar álcool nele enquanto dormia com os cães dentro da carroça, por sorte não tiveram tempo de acender o fósforo, pois um dos cães latiu e o avisou do perigo.

Ele é um exemplo de como uma pessoa pode se doar. Alguém nas condições dele poderia ter escolhido outros caminhos, mas Rogério demonstrou coragem e decidiu perseverar. Além de ser uma pessoa de muito valor, faz caridade pra deixar muito bacana por aí no chinelo. Sua presença ilumina os lugares por onde passa, mas ele já está cansado e também não é mais tão jovem assim.

São muitas as agressões que ele e os cachorros vêm sofrendo, que vão desde o assalto ao espancamento, até atentados contra a vida; como esfaqueamento e atropelamento. Enfim, é muito sofrimento para alguém que luta tanto. Na região todos o conhecem e apreciam, tanto que na última vez que uma turma veio bater nele porque queriam roubar suas coisas, o dono de um bar próximo saiu para enfrentar os safados e começou a dar tiros, colocando todos em fuga. Mesmo assim, o Rogério passou dois dias no hospital por conta dos machucados recebidos e, se não fosse pela intervenção do dono do bar, os cachorros já seriam órfãos.

Assim, diante de tudo isso, peço que ajudem a divulgar esta história para que o Rogério possa conseguir uma oportunidade que lhe propicie melhores condições de moradia e de vida, em qualquer cidade, para que ele possa cuidar não somente dos seus, mas de outros tantos cães abandonados por esse Brasil e que precisam de muitos cuidados e de carinho. Já lhe ofereceram abrigo, mas desde que os cães ficassem para trás. O Rogério recusou, pois para ele, estes cães são como filhos; são sua família.

Outro dia ele estava levando todos os cães a um pet shop para tomarem banho - 11 cachorrinhos felizes – eram originalmente 10, mas agora apareceu mais um, um fox paulistinha que eu não conheci porque no momento que conversávamos estava no banho. Ele disse que havia passado remédio contra pulgas nos cachorros e que o tal remédio é meio melado, e então teve que dar banho em toda a tropa... Perguntei quanto ele iria gastar para dar banho em todos os cachorros e ele, sorrindo como sempre, disse que a moça do pet shop o ajudava e não cobrava nada. Santa alma! Aí eu perguntei a ele – e você? Onde toma banho? Ele me respondeu que tomava banho no posto de gasolina da esquina, banho frio, gelado mesmo. Disse que como era nordestino, estava acostumado.

Às vezes faltam palavras que possam definir a grandeza de uma alma como esta, que mesmo não tendo quase nada para si, dá o pouco que tem para minorar o sofrimento desses pobres animais de rua. Muito mais importante dos que a aparência, a riqueza e o poder ostentado pelas pessoas, são suas atitudes e seus valores éticos e espirituais.

Cada dia que passa, aprendo a admirar cada vez mais o ser humano que ele é.
Fonte: Ednéa Destaque - Revista Santos em Destaque

terça-feira, 17 de maio de 2011

Sarna Negra ou Demodécica em Cães

Também chamada de demodicose ou sarna negra, é causada por um ácaro do gênero Demodex, componente natural da flora da pele de cães. É transmitida por contato direto das mamas da mãe infectada com os focinhos dos filhotes durante a amamentação dos primeiros dias de vida. Alguns porquês ainda não são conhecidos, como o fato de apenas alguns filhotes desenvolverem a doença. Não é transmitida pelo contato entre cães adultos e nem aos seres humanos.

O Demodex apresenta várias espécies, sendo que cada uma delas apresenta afinidade para um determinado animal. O Demodex canis com afinidade aos canídeos, D. cati aos felídeos, D criteri aos Hamsters, o D cuniculi aos coelhos e lebres.

O Demodex, que normalmente convive em paz com o animal sem causar nenhuma alteração na sua saúde, pode tornar-se um agente extremamente nocivo a qualquer momento. Para que isso ocorra é necessário que haja uma baixa de resistência do organismo, só assim o parasita torna-se ativo. O ácaro, que vive na profundeza da pele nos folículos pilosos e glândulas sebáceas, passa a se reproduzir de forma extraordinária e espalhar-se pelo organismo podendo ser encontrando nos linfonodos, gânglios linfáticos, baço, parede intestinal, glândula mamária, bexiga, fígado, pulmão.

Um animal pode contrair a sarna demodécica através do leite materno, nos primeiros dias de vida, se a fêmea que estiver contaminada pelo ácaro. Um cão afetado pela sarna demodécica não transmite a doença para outro cão através do contato. Esse tipo de transmissão ocorre apenas no caso da sarna sarcóptica (sarna comum).

O diagnóstico da sarna demodécica é feito através da observação dos sinais clínicos (lesões na pele, prurido etc.) e exame laboratorial (raspado de pele) para detectar a presença do parasita. 

Tipos de Sintomas 

Forma Localizada:
 
Caracteriza-se por uma ou mais áreas de queda de pelo, circunscritas, pequenas, avermelhadas e escamosas. Observamos com frequência na região da face, focinho e extremidade dos membros principalmente nas patas. É de fácil tratamento sendo que, na maioria dos casos, somente o tratamento externo, com formulações de loções ou pomadas, promove uma rápida cura. 

Forma Generalizada:
 
Na maioria dos casos é evidenciada nos animais jovens havendo uma predisposição hereditária. É, sem dúvida, a mais grave e de difícil cura. A característica marcante dos sintomas é a grande inflamação que atinge várias zonas do corpo principalmente a região da cabeça, peito, sobretudo ao redor dos olhos. O animal passa a ter um aspecto deformado, envelhecido, tomando a pele a aparência de pele de elefante. O prurido (coceira) torna-se mais intenso e o coçar contínuo irrita a pele tornando-a uma porta aberta à entrada de infecções secundárias por bactérias e fungos.

O aumento da atividade bacteriana e secreção sebácea predispõe à formação de nódulos purulentos "bolhas de pus". O animal perde o apetite, exala um odor repugnante e se não for socorrido morre em pouco tempo.

Para obtermos sucesso no tratamento, deveremos considerar os fatores predisponentes ao aparecimento da doença, como por exemplo: o estado de nutrição nas fêmeas, o ciclo hormonal, gestação, amamentação, o stress, as verminoses, uso de medicamentos com ação no sistema imunológico (corticóides) e enfermidades debilitantes.

Tratamento Externo:
 
Para que haja maior contato do medicamento com a pele, é necessário tosquiar inteiramente o animal. Produtos emolientes que facilitam a remoção das crostas são aplicados na forma de loções ou xampus. A aplicação de parasiticidas diluídos em água, duas vezes por semana, proporciona uma ação sarnicida muito eficaz. Nos casos de infecções secundárias, os medicamentos mais utilizados são produtos à base de Cloretidina, Benzoato de benzila, Cetoconazol etc.

A formulação dos produtos ou utilização de medicamentos existentes no mercado são opções de escolha do médico veterinário. 

Tratamento Sistêmico:
 
Combatemos as infecções secundárias com o uso de antibióticos escolhidos através de testes de sensibilidade (Cultura e Antibiograma) e administrados por longo período. O exame parasitológico das fezes indicará a necessidade de vermifugação. O animal deverá ter uma dieta alimentar rica em proteínas, vitaminas e sais minerais sendo necessário uma suplementação adicional.

O tratamento imunológico é, sem dúvida alguma, o mais importante! O objetivo deste tratamento é estimular as defesas naturais do organismo, de uma maneira segura, eficaz e sem nenhum efeito secundário. As vacinas utilizadas são compostas por células inativas de bactérias do gênero: Propionibacterium, Escheriquia e Corynobacterium. Em geral são feitas aplicações por via intra-muscular com intervalo semanal durante alguns meses de tratamento. Como a quantia de vacina injetada é muito pequena, utilizamos seringa do tipo insulina, que pode ser facilmente aplicada pelo proprietário do animal.

Dispomos também de medicamentos como a Inosina, que favorecem a recuperação do código genético inibindo a replicação de bactérias e fungos. Medicamentos cuja formulação contenham selenito de sódio, aminoácidos e vitaminas do complexo B contribuem de forma expressiva para a melhora do estado geral do paciente.

Em suma, pela breve descrição da complexidade da Demodecicose, podemos concluir que é de fundamental importância a orientação do médico veterinário para alcançarmos a cura desta terrível doença.

Fonte: Web Animal
Fotos retiradas da Internet. 

domingo, 8 de maio de 2011

Saiba Quando seu Cão está Ficando Idoso

Depois de ser o companheiro da família durante anos, chega um momento que seu cão também fica "velhinho" e vira um paciente geriátrico, como explica a veterinária Lucia H. Mutschele. Mas como identificar que esta fase chegou? E que cuidados especiais os donos devem ter?

A veterinária conta que a entrada na terceira idade depende muito do animal, já que cachorros de porte pequeno tendem a viver mais e, por isso, ficam idosos mais tarde, mas outros fatores também influenciam isto. Alguns cuidados básicos com a alimentação podem até retardar a entrada na terceira idade.
 

O importante é estar atento à saúde do animal, porque doenças diagnosticadas - e tratadas - ainda no início têm maiores chances de um resultado positivo para o animal.


Fonte: UOL Bichos

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tigres são Tigres... Será?

Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele ou por sua origem, ou sua religião.

Para odiar, as pessoas precisam aprender.

E se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto.

A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta. (Nelson Mandela)

Num zoológico na Califórnia essa Tigresa deu cria a 3 tigrinhos que infelizmente não resistiram as complicações da gravidez e morreram logo após o nascimento.

A Mãe-Tigresa, depois de se recuperar do parto, começou a piorar seu estado de saúde, mesmo que fisicamente ela estivesse bem. 

Os veterinários sentiram que a perda da cria causou uma profunda depressão na tigresa. 

Os médicos decidiram que se a tigresa adotasse a cria de outra mãe, talvez melhorasse. 

Após checar com vários zoológicos pelo país, tiveram a triste notícia de que não havia nenhuma cria de órfãos tigrinhos na mesma idade para levar para a mãe tigresa. 

Os veterinários então decidiram tentar algo que nunca teria sido tentado antes em um zoológico. 

Às vezes, a mãe de uma espécie cuida dos filhotes de uma diferente espécie. 

Os únicos órfãos que puderam ser encontrados rapidamente foram a cria de uma porquinha. 

Os funcionários do Zoológico e os veterinários revestiram os porquinhos em pele de tigre e colocaram os bichinhos ao redor da mãe tigre. 

Eles virariam a cria da tigresa ou lombinho??? 

Dê uma olhada... Você não vai acreditar nos seus olhos!



Agora respondam: Porque o resto do mundo não pode se dar bem?

Mais uma coisinha... Mãe é a que cria não é mesmo?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Mercado de Luxo para Pets

Ter animal de estimação não é tarefa fácil. A responsabilidade com a alimentação e a saúde ocupa tempo e dá trabalho.

Bicho sedentário pode ser um problema grave. Alimentos não apropriados para pets são capazes de gerar intoxicações. No entanto, tudo isso passa longe de ser uma dificuldade para quem tem grana.

Pets que têm como donos pessoas endinheiradas acabam usufruindo de todas as mordomias, e, às vezes, ganham uma vida até mais luxuosa que a dos próprios donos da casa.

Já imaginou seu pet ganhando massagem, se alimentando de comidinhas sem corantes ou conservantes e praticando até hidroginástica?

Saiba que essas são apenas algumas das regalias de muitos bichos por aí.

O mercado de luxo para os cachorros cresce a cada dia. Tem até academia exclusiva para os animais.

Em Copacabana, na zona sul do rio, um restaurante para cachorros é o único do tipo na América Latina. No cardápio, somente alimentos frescos e naturais.

Chiquérrimo, não?

Lembre-se: O seu cão não precisa de uma vida de luxo e glamour, ele precisa de amor e carinho, de respeito e amizade.

Muitos cães e gatos precisam de um lar, então, porque não adotar um animal abandonado? Pense nisso antes de gastar todo o seu dinheiro com coisas que, para o seu pet, não tem o menor valor...

Adotar é tudo de bom!!!


Fonte: R7


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Dirofilariose Canina ou Verme do Coração

O Que é Filaria?

A Dirofilariose é uma doença debilitante e potencialmente fatal para os cães. A causa desta doença é um verme a Dirofilaria immitis, que se aloja principalmente no ventrículo direito e a artéria pulmonar. O gato é ocasionalmente infectado.

O ciclo da Dirofilariose começa quando o mosquito ao se alimentar de um cão previamente infestado, recebe a microfilaria (ovos) através do sangue do cão. No mosquito a microfilaria se desenvolve em larva infestante (2 a 3 semanas), quando o mosquito for se alimentar novamente a larva penetra através do local da picada e ocorre um período de desenvolvimento da larva e uma migração até o coração esta fase toda demora entre 2 a 4 meses até que ao chegar no coração, a dirofilaria imatura se desenvolve em filaria adulta sexualmente ativa (num período de 2 meses). A partir daí havendo uma filaria de cada sexo, ocorre o acasalamento e as microfilarias (ovos) são liberadas na circulação sanguínea, onde um mosquito ao se alimentar recomeça todo o ciclo.

Qualquer cão está sujeito a filariose, porém as regiões litorâneas são áreas de maiores riscos devido à proximidade de florestas e Mata Atlântica que aumenta o número de mosquitos. A região de serra indiretamente também já se encontra alguns casos, pois muitas pessoas que possuem casa de praia, também as possuem na região serrana, com isto o cão leva de um lado para o outro as microfilarias.

Os sinais clínicos e grau de infecção dependerão, entre outras coisas, da susceptibilidade individual de cada animal, assim como a duração e severidade da infecção. Quando as filarias adultas estão presentes, podem causar inflamação das paredes das artérias no pulmão, obstruindo vasos sanguíneos e conseqüentemente alterando o fornecimento sanguíneo aos órgãos vitais. A partir dai uma série de problemas vai se desenvolvendo uma coisa interligada a outra.

A maioria dos proprietários de cães não se dão conta que seu animal de estimação esta com filaria, até que a doença esteja bem avançada . Somente nos últimos estágios, quando a doença é difícil de se tratar, os animais apresentam os sintomas típicos da doença: tosse crônica (inicialmente seca), respiração difícil, apatia, fadiga (devido a qualquer pequeno esforço), perda de peso e abdômen distendido causado pelo acúmulo de líquido (ascite devido à doença cardíaca crônica digestiva).

Existem alguns exames laboratoriais feitos através da retirada de sangue do cão que avaliam a existência ou não de filaria e até mesmo o grau de infestação. Existe terapia para os animais já acometidos pela doença, contudo o seu veterinário deverá avaliar a situação, pois cada caso é um caso diferente e dependerá quão quanto o organismo do seu cão estará debilitado. Por outro lado há como evitar que o seu cão venha a ter esta doença desde filhote.


A prevenção é a melhor forma de evitar a dirofilariose. Há medicamentos que impedem o desenvolvimento da doença matando as larvas que contaminam o cão. Alguns vermífugos ou remédio de controle anti-pulgas possuem efeito contra as larvas jovens.


  
Contaminação do Homem pelo Mosquito

A doença é grave para os cachorros e ainda traz riscos à saúde dos donos. A Dirofilaria immitis pode parasitar o ser humano, quando picado por um mosquito transmissor. Esse parasita é incapaz de completar seu ciclo de vida no homem, porém freqüentemente se aloja nos pulmões, onde fica encapsulado.
Grande Freqüência da Dirofilariose no Brasil

Estima-se que, no Brasil, ao redor de 8% dos cachorros estejam infectados. (Guerrero et al., 1989)

Países com menor incidência têm programas muito mais agressivos de prevenção da doença, como é o caso dos Estados Unidos, onde a prevalência é de 2%.
Imagens retiradas da Internet

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