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Malteses: Minha Paixão!

Maltês: O cão amigo e companheiro!

Oração de um cão abandonado.

Deus... Sei que sou um ser criado por ti, para ser amado pelos homens mas nasci sem a sorte de alguns de minha espécie...

Irish Wolfhound - O maior cão do mundo

Ele é enorme, de elevada estatura e dotado de excepcional força muscular. Não, não se trata do Rambo! Estamos falando do Irish Wolfhound, o grandão do mundo canino...

A espiritualidade dos animais.

Segundo a filosofia espírita, a evolução humana se inicia no nível da simplicidade moral e da ignorância intelectual, mas é antecedida por estágios evolutivos nos reinos inferiores da criação...

Guarda responsável é amar o seu animal.

Eles precisam de amor, carinho, compreensão... Dê amor a quem te dá a vida!

sábado, 16 de janeiro de 2016

PARTO EM CASA, E AGORA?!

Você está preparado para essa situação?


Atualmente os proprietários encontram dificuldades em saber qual seria o momento certo de auxiliar no parto de sua cadela. A maioria das alterações está relacionada a cães de pequeno porte ou à utilização de medicamentos inadequados durante a gestação. Será sempre importante que o acompanhante no momento do parto seja de confiança do animal, pois, se houver necessidade de ajuda, isso irá evitar que a cadela rejeite seus filhotes após o parto.

A duração da gestação da cadela é de 58 a 63 dias. Se os filhotes não nascerem até 66 dias, após o último cruzamento com o macho, procure um médico veterinário. Para facilitar na identificação das fases podem ser observadas alterações morfológicas: no 35° dia as glândulas mamárias ficam mais rosadas e no 40° dia é notório o abaulamento abdominal.

A alimentação nesta fase deve ser controlada pelo proprietário, pois com o aumento do progesterona, a digestibilidade aumenta e a motilidade gástrica diminui pelo efeito do deslocamento do útero, normalmente a cadela aumenta o volume de ração e água neste período, por isso recomenda-se ração específica com mais nutrientes e proteína adequada.

A obesidade e a idade podem interferir no momento do parto, colocando a mãe e os filhotes em risco. Não cruzar fêmeas antes da idade certa, que varia de um a dois anos.

Evitar suplementação de cálcio e outros minerais, pois podem levar a cadela a um quadro clínico perigoso no momento do parto.

A cadela deve ter um acompanhamento antecipado de um médico veterinário para garantir que esteja vermifugada e sem risco de transmitir alguma patologia para seus filhotes.

O exame de ultra-sonografia pode ser realizado com 30 dias de gestação, para verificar se os fetos estão vivos e detectar más-formações congênitas. Se for visualizado algum feto morto, o parto é antecipado, havendo necessidade de cesariana, para que os outros filhotes se salvem.

Cerca de dois dias antes do parto, o proprietário deve higienizar o local onde a futura mamãe costuma ficar, preparar um ambiente tranquilo e com vegetação, mantendo próximos iodo e fio de sutura, em caso de haver a necessidade de ajuda do acompanhante. Doze horas antes do parto a cadela deixa de comer, fica ofegante e agitada. Esta fase finaliza com o aparecimento das primeiras contrações.

No momento do parto ocorre uma queda de temperatura fisiológica que varia de 1-2°C. A bolsa será rompida por repetidas lambeduras na região vaginal. Normalmente, a expulsão do primeiro feto dura em média uma hora. Ocorrendo demora de 3 a 4 horas dos primeiros sinais até o nascimento dos filhotes, consulte o médico veterinário, pois podem estar ocorrendo problemas com distocias (parto com dificuldade), por falta das contrações necessárias, anormalidades ósseas e, principalmente, desproporções entre os tamanhos dos fetos. Nunca puxar o filhote quando preso à cadela; pode ocasionar infecções graves.

Após a expulsão do feto, a cadela rompe o cordão umbilical e lambe o filhote com finalidade de estimulação do sistema respiratório e circulatório.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

ENTENDA O MUNDO DOS CÃES

Cada espécie animal, por apresentar uma determinada capacidade de percepção, vive num mundo particular, diferente do das outras espécies. O cão, por exemplo, tem um olfato superior ao do homem, fazendo com que seu mundo inclua muito mais odores do que o nosso. E isto acontece não somente no momento da percepção, mas também posteriormente, no mundo guardado pela memória.
O mundo dos cães, no entanto, não depende apenas da capacidade de perceber o que está ao seu redor. Outro fator muito importante é o significado que as coisas que eles percebem podem adquirir. Um exemplo de relacionamentos diferentes entre um cão e um mesmo objeto talvez ilustre bem a importância que devemos dar à idéia de significado, se quisermos entender melhor o comportamento do animal.

Vamos imaginar que ele possua um pedaço de pano velho e que, em determinado momento, esteja deitado em cima, descansando quieto. O pano, então, estará servindo como um meio dele se isolar do chão frio ou como um objeto que pode lhe proporcionar conforto. Em seguida, digamos que ele esteja mordendo o pano firmemente e sacudindo a cabeça para os lados com toda a rapidez. Apesar do objeto continuar sempre o mesmo, estará sendo utilizado de maneira diferente e, portanto, passará a ter um significado também diferente. Pode ser que naquele momento signifique um alvo de agressão ou, talvez, um brinquedo.

Provavelmente, o que faz com que o pano mude o seu significado é o estado motivacional em que o animal se encontra e que, nos exemplos citados, era a motivação para dormir, agredir ou brincar.

Por outro lado, o significado dos objetos também é importante para o mundo afetivo dos cães, e pode variar conforme o caso. Se colocarmos aquele mesmo pedaço de pano dentro do abrigo do cão e depois fora dele, veremos que o animal lhe dará um valor maior enquanto ele estiver no abrigo, pois adquirirá o significado de posse, podendo até fazer com que ele se comporte agressivamente se alguém resolver tirá-lo daquele local.

Até agora, temos falado do papel de significados no comportamento do cão em relação a objetos. No entanto, eles se tornam muito mais importantes quando considerados se relacionamento com outros animais, inclusive cães ou com o próprio homem. Neste último caso, podemos exemplificar essa importância mencionando o comportamento de um cão em relação a uma mesma pessoa em situações diferentes.

Se alguém acariciar o cão, este pode lamber-lhe a mão como uma forma de comportamento social positivo. Mas, se a pessoa tentar tirar a comida ou um osso, ele poderá até avançar e morder, isto porque o significado que este ser humano tinha para o cão mudou completamente e ele comportou-se de acordo com o que interpretou naquele momento. Em vista disso, chega-se à conclusão de que conhecer a idéia de significado é fundamental se quisermos compreender melhor as razões do comportamento de nosso fiel amigo.

© Texto Produzido Por Luciana Madjarof Bussamra

ATENÇÃO: Calor exige cuidado dobrado!

6 males do verão!



O Brasil vem sofrendo muito com essa onda de calor intenso que parece não ter fim, não é mesmo? Agora você já parou pra pensar que se está difícil para você, como deve estar para o seu fiel companheiro?

Pois bem, nossos amiguinhos sofrem, e precisamos de alguns cuidados essenciais, pois o calor traz com ele alguns problemas que perturbam tanto a gente como os nossos bichinhos.

A seguir, veja 6 possíveis problemas que na época do calor só aumentam. Temos que ficar atentos:


1. Pulgas - Esta é a época em que elas mais infestam os peludos. A coceira é o primeiro sinal. Cheque a presença de pulgas e verifique a aplicação dos antipulgas de controle, indicados pelo seu veterinário. É muito importante que se faça uso desse medicamento, pois a pulga é um bicho ingrato que além de causar possíveis danos aos nossos bichinhos, se proliferam muito rápido e com isso fica mais difícil de combater.

2. Carrapatos - Você ja sabe que os carrapatos são transmissores de graves doenças aos cães e também às pessoas. Aproveite o calor, limpe bem seu quintal, eliminando os focos de procriação e cheque o calendário de aplicações dos carrapaticidas. A doença do carrapato tem cura, porém não tratada leva a morte.

3. Leishmaniose - A doença é transmitida principalmente por ratos e põe em risco pessoas e bichos que vivem em áreas em que se tem contato com esses roedores, mesmo áreas urbanas. Água e alimentos podem ser contaminados por meio da urinado rato. Desta forma, os cães ficam vulneráveis ao contágio ao passearem pelas ruas e parques, pois a penetração da bactéria ocorre por meio das mucosas (olhos, narinas, boca) em contato com a água contaminada. Se você está em região endêmica para esta grave zoonose, converse com seu veterinário e faça uso da coleira protetora contra o mosquito transmissor.

4. Miíase - São as infecções de larvas de mosca nas feridas dos animais (conhecida como bicheira). Em épocas de calor as moscas aparecem em maior número, portanto atenção com a higiene. Isolação - sombra e água fresca para seu melhor amigo. Não esqueça disso!

5. Gastrenterites - Causam vômitos e diarréias. Também podem apresentar sintomas como letargia e falta de apetite. As GE são associadas a vários factores, mas mais frequentemente com a ingestão de alimentos em mau estado de conservação, então é muito importante que você fique atento as rações úmidas e as comidinhas, pois nos dias de calor estragam mais facilmente.

6. Dermatite bacteriana e fúngica - Calor e umidade, tudo que as bactérias e os fungos precisam para irritar a pele dos cães. Pense sempre em deixar seu amigo tosado em épocas de calor e, após os banhos, secar bem é imprescindível, assim você diminui a ocorrência de dermatites.

Pense em tudo isso e curta o verão!

© Texto Produzido Por Luciana Madjarof Bussamra

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

TREINANDO UM CACHORRO SURDO

Podemos transmitir nossos sentimentos e desejos aos cães através de expressões faciais, tão bem como através de ordens orais. Assim, treinar um cachorro surdo é apenas um desafio.

Uma história baseada em fatos reais. Shirley de Atlanta, que na década de 80 viu um cão deitado na estrada, vítima de um motorista apresado e insensível. Imediatamente parou e começou a pedir ajuda aos carros, acenando freneticamente. Finalmente um homem bondoso viu sua aflição e parou para ajudá-la. O cão ferido foi levado ao veterinário e tratado. Foram feitas muitas tentativas para localizar o seu proprietário, mas ninguém reclamou.

Depois de ter salvo sua vida, como poderia Shirleu deixá-lo perdido no mundo? Ele entrou para a sua família - e só então Shriley descobriu: Bullet era surdo!

Bob, um amigo de Shirley, após conhecer Bullet, perguntou se poderia tentar adestrá-lo. Ela deu seu consentimento com todo o prazer, pois o cão, apesar do seu temperamento meigo, era difícil de ser controlado.

A primeira sessão com Bullet foi realmente espantosa. As lições começaram da maneira regular, e mesmo sabendo que ele precisava aprender por sinais manuais, Bob falava com ele como se ele pudesse realmente ouvir, pois de acordo com o que ele pensava, transmitimos nossos sentimentos e desjeos aos cães através de expressões faciais tão bem quanto através de ordens orais. Seu progresso foi muito gratificante, como também sua vontade de agradar. Essa era a primeira experiência de Bob com um animal surdo (exceto um gatinho que ele já havia treinado), pensou que fosse um caso especial, mas parece que todo animal surdo manifesta um desejo maior de agradar e estar em contato com as pessoas.

Realizaram bem o "Sit" e o "Down" mesmo à distância. Bullet aprendeu o "Stay", mas não com tanta facilidade. Na casa de Shirley, Bob pediu a Bullet para entrar na cozinha e ficar deitado durante algum tempo. Shirley não podia acreditar e chamou Jim, seu marido, para ver! Ambos estavam muito contentes, pois agora Bullet poderia integrar-se mais ainda à família.

Bullet respondia às ordens de Bob já que eles haviam comunicado, mas isto não o ajudaria, a menos que sua família pudesse também comunicar-se com ele. Na casa, como a maioria dos instrutores compreende, é que está o cerne do treinamento. Portanto a tarefa tornou-se dupla: ensinar a Bullet o significado das ordens, e à família como dá-las.

Sessões de treinamento bem sucessidas.

Na segunda noite de treinamento, Bullet estava ansioso para colocar a coleira de treino. Revisaram o "Sit", o "Down" e o "Stay". Começaram então o "esteio". Bullet sentou-se e olhou diremente nos olhos de Bob. Claro que hesitou algumas vezes e foi corrigido, mas ficou satisfeito. Estava tão decidido a agradar que fez com que Bob sentisse que não estava fazendo nada para se comunicar com ele - que era Bullet que estava lendo sua mente. Jim disse que notou (olhando o treinamento pela janela) que Bullet corria em volta desenfreadamente assim que a coleira era removida. Shirley acrescentou que ele saiu-se bem no quintal mas não faria o mesmo no jardim. Portanto colocaram a coleira e a guia de Bullet, saíram para jantar, através da entrada de carros, desceram a rua e voltaram. Fizeram o "Sit", o "Down", o "Stay", sem a guia. Bob percebeu que Shirley se preocupava enqanto olhava pela janela, pois sabia que Bullet continuava a fugir. Voltaram então para o quintal e colocaram Bullet no "Sit", tiraram a coleira e a guia, que foram guardadas dentro de casa, depois foram até Bullet novamente e o liberaram. Com isso se prova de novo o valor de uma palavra ou sinal de relaxamento.

Na terceira lição de Bullet (ou de Bob?..rs..) ele veio correndo e sentou-se quando viu a coleira e a guia. Como antes, revisaram as lições e ele havia melhorado em firmeza e elegância. Continuaram o esteio obtido através de um automático "Sit" e "Recall" - inacreditável! Só então deram liberdade para Bullet. Ele tinha o hábito de rodear o quintal repetidas vezes e uivar. Nessas ocasiões, se visse um sinal de Bob, apenas saltava mais alto!

A próxima etapa era fazê-lo vir quando visse o sinal da mão. Bob sentou-se no chão e fez os sinais "Come" e "Down". Ele correspondeu, e depois de repor a coleira e a guia, passearam pela rua como recompensa. Em seguida permitiram que entrasse na sala para visita, foi seu prêmio especial. Seu comportamento era cada vez mais dócil e durante a visita examinou a área calmamente e obedeceu à ordem "Down", assim permanecendo com sossegado prazer.

Teste de Reações

Até naquele momento, tudo bem. Mas como reagiria Bullet a outros cães? Shirley, com muita apreensão, levou Bullet em uma quarta-feira à noite para a aula de treinamento. Os outros alunos cooperaram deixando Bullet andar à volta deles, a princípio estava apenas reconhecendo o "terreno", mas logo aprendeu a confiar nos outros cães. Desempenhou o "Down", o "Stay" e o "Sit", no centro da sala, com a maior facilidade, orgulhando e emocionando o seu treinador Bob.

A quarta lição foi estimulante para Bullet, pois ele tinha que aprender a viajar no carro sem pular de trás para frente e "ajudar a dirigir". Shirley achou que Bullet ficaria tão excitado quando andasse de automóvel que seria muito mais um treinamento do que um prazer, tanto para ela quanto para Bullet. Shirley dirigia enquanto Bob corrigia Bullet quando tentava pular para o assento da frente. Depois pararam em um centro comercial, onde estava havendo uma liquidação. Bullet e Bob atravessaram incólumes, mesmo com as luzes giratórias e a confusão das filas, ele emitiu alguns grunhidos e uivos, mas logo se acomodou. Bullet encontrou estranhos que pararam para brincar com ele, e seu comportamento foi ótimo. Após voltarem para a casa, ele esperou que o soltassem antes de pular para fora do carro e então recebeu seu tratamento especial: permissão para ficar deitado na cozinha enquanto Shirley e Bob conversavam.

Para Bob, era impossível exprimir o profundo sentimento de realização e alegria que Bobo lhe proporcionol - não apenas pela experiência de treinar um cão completamento surdo e pela alegria de conhece-lo, mas também pela mudança que houve em sua vida. Sem treinamento, o que poderia a vida significar para o querido amigo surdo de Bob?


QUER SER MÉDICO VETERINÁRIO?

Se você está pensando em ser veterinário, que tal ter mais informações sobre essa profissão? Quais são as perspectivas, os melhores campos de trabalho? Qual a situação de ensino?


Já houve tempo em que o veterinário era visto apenas com um médico de segunda categoria. Na verdade, até hoje alguns jovens que optam por prestar um vestibular para ingressar em faculdades de Veterinária enfrentam algum tipo de pressão por parte da própria família ou mesmo de amigos, do tipo "bom mesmo é ser médico de gente". Porém é impossível negar, segundo os diversos profissionais da área entrevistados pela revista Cães, que o espaço e o reconhecimento para essa profissão vêm crescendo muito nos últimos anos e o veterinário encontra promissores campos de atuação nos mais diversos setores da sociedade, da indústria química às universidades e clínicas particulares. Além disso, a categoria atingiu, em certos casos, um nível de remuneração comparável, por exemplo, ao da Medicina Humana.

A veterinária é uma profissão linda e seu futuro é muito promissor. Apesar da crise econômica, o Brasil ainda é um país com um dos maiores potenciais agrícolas do mundo. As perspectivas são semelhantes para o veterinário de animais de estimação, pois este mercado vem crescendo cada vez mais, acompanhando o desenvolvimento urbano. Para se ter uma idéia desse crescimento, o Brasil lidera o ranking de Veterinarios no mundo. Em virtude da crescente preocupação nos diversos segmentos sociais com a defesa da natureza, o papel dos profissionais como o veterinário e o biólogo tende a assumir um destaque cada vez maior.

O preconceito já não existe mais, pois a Medicina Veterinária tem um espaço importante. O veterinário não é mais aquele "aplicador de injeções" como achavam antigamente. As pessoas estão tomando consciência de que o veterinário além de salvar vidas de animais, salva vidas humanas, indiremante, ao colaborar com a erradiação da raiva, por exemplo.

A escola

Se você já optou por prestar um vestibular para Medicina Veterinária, não terá problemas com relação à falta de escolas. Existem inumeras faculdades espalhadas pelo País. Você pode ver se a faculdade que escolheu é reconhecida pelo MEC através do site http://emec.mec.gov.br/. Algumas faculdades particulares como a Anhembi Morumbi, Metodista e outras, possuem hospitais próprios e com uma infra estrutura incrível. Ahh... e não se preocupe, pois já não se faz uso de animais nos hospitais. :)

Feito isso, prepara-se para estudar muito, mas muito mesmo....rs.... mas garanto, cada aprendizado novo é prazeroso e você só vai ter a certeza de que é isso que realmente quer fazer pelo resto da sua vida.

Especialização: quando defini-la?

Normalmente, o estudante de Veterinária já imagina no início do seu curso qual o tipo de atividade que seguirá na profissão. Essa definição, só se concretizará, porém, após o fim do curso de graduação, na fase de estágios. É quando o profissional começa a tomar contato com a realidade cotidiana da atividade do veterinário. Em muitos casos, a definição corresponde às primeiras expectativas.

Por outro lado, nem sempre o profissional segue o ramo no qual estagiou. Nesses casos, o estágio serve como parâmetro para uma escolha posterior.


© Texto Produzido Por Luciana Madjarof Bussamra

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

DEIXE UM GATO SURPREENDER VOCÊ!

Gatos são encantadores e capazes de amar incondicionalmente aquele que o tem. "...O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. São extremamente sensíveis pois se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão , ele sabe e atenua como pode. Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, ele se afasta. Nada diz, nada reclama. Afasta-se. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir. O gato vê mais e vê dentro e além de nós." (Athur da Távola)



Curiosidades sobre os gatos


  • Os gatos têm em media de 4a 6 quilos e 80 cm de comprimento, da cabeça ao rabo. Seus corpos são formados por 245 ossos e 517 músculos.

  • A boca do gato possui 30 dentes, incluindo os caninos. A áspera língua é coberta por sensores de temperatura e gosto, além de ser usada também para a limpeza dos pelos.

  • Os gatos são animais curiosos por natureza e adoram brincar com tudo, incluindo cabos e fios elétricos, alheios ao perigo de levar choques.

  • Plantas venenosas em casa podem representar um perigo aos felinos. Alguns gatos gostam de mastigar folhas e embora saibam discernir qual planta é venenosa, se não houver alternativa, é aquela mesma que ele vai mascar.

  • Anualmente, os americanos gastam cerca de 4 bilhões de dólares em ração para gatos. Um bilhão a mais do que gastam com comida para bebês.

  • Um gato normal pesa em média 4kg. O recorde anterior era de Ginger, uma gata que vivia nos Estados Unidos que morreu em 1977 pesando 19 quilos.

  • O gato mais leve do mundo foi um himalaio de Illinois, que pesava apenas 800 gramas e media 18 cm de comprimento e 7 cm de altura.

  • A duração média de vida de um gato que vive dentro de casa é de cerca de 15 anos. Essa média baixa para assustadores de 2 a 5 anos para os gatos que vivem soltos nas ruas.

  • O gato de vida mais longa já registrado foi o inglês Puss, que morreu em 1939, um dia depois de ter completado seu 36° aniversário. A gata mais idosa foi uma fêmea inglesa rajada que morreu em 1957, aos 34 anos.

  • Os gatos passam mais de 30% de seu tempo cuidando da beleza. Adoram estar limpos e com o pelo bem arrumado.

  • Para os gatos, a carícia humana assemelha-se a uma lambida, e por isso é tão bem recebida

  • Os felinos são grandes dorminhocos. Os gatos chegam a dormir 18 horas por dia, divididas em vários períodos.

  • Além dos cuidados com o corpo, os gatos também são meticulosos com sua caixa de areia, e sempre cobrem a sujeira. A preocupação com a higiene é tanta que eles não usam a caixa se estiver suja.

  • Diferente dos cães, os gatos têm muito pouco ou nenhum cheiro.

  • Os gatos têm cerca de 100 sons vocais, enquanto que os cães têm apenas 10.

  • Por ser um animal do deserto, o gato bebe pouca água e é capaz de concentrar muita urina, necessitando de poucas quantidades para sobreviver.

  • Mesmo conservando seu instinto de caçador, o gato doméstico não sabe que sua presa pode ser um alimento.

  • Gato não gosta apenas de carne, apesar de ser carnívoro. Ele também necessita de cálcio, vitaminas e minerais para ter uma alimentação equilibrada.

  • Um gato pode ficar vários dias sem comer se o alimento não lhe agrada e pode até morrer de fome.

  • Gatos comem lentamente e mastigam bem os alimentos. Ao contrário dos cães, que engolem tudo gulosamente.

  • Assim como os seres humanos, os gatos roncam desde a primeira semana de vida. Mais tarde, o ronco aparece quando o acariciamos ou lhe oferecemos um alimento que ele goste ou a presença de alguém que lhe agrade.

  • O catnip, ou erva de gato, contém um óleo que atua no gato assim como a marijuana nos humanos. Os bichanos entram em transe: cheiram, lambem ou mordem as folhas, rolam no chão e dão pulos no ar, ronronam e miam. Alguns gatos são imunes ao catnip. Entretanto há suspeita de que cause dependência em alguns agatos.

  • Os gatos têm um órgão olfativo no céu da boca. Por isso às vezes farejam e ficam um tempo com a boca aberta e uma cara estranha. Eles podem saborear os aromas.

  • Gatos têm na ponta do nariz um desenho tão particular como o padrão das impressões digitais de um humano. Do mesmo modo, é único para cada bichano.

  • Gatos têm tipo sanguíneo A e B como nós.

  • Ao contrário dos cães, os gatos não pensam que são humanos e sim que os humanos é que são algum tipo de felino.

  • Se vêem algo voando, querem pegar. Os apartamentos têm de ter redes nas janelas.

  • O gato é inteligente, como caçador solitário e competente que é: calcula, resolve problemas e tem que ser versátil para sobreviver.

  • Gatos não aprendem a atravessar ruas. Além do que, à noite ficam paralisados quando a luz dos faróis dos automóveis bate em seus olhos.

  • Gatos formam laços de amizade com os humanos. Entre si mesmos os gatos têm relações intensas de amizade e amor.

  • Gatos aprendem mais do que agem por instinto. Aprendem por observação ou ensinados pelas mães gatas a caçar e usar a caixa de areia.

  • Segundo os estudiosos de comportamento animal Konrad Lorenz, o gato é um dos poucos animais que mostram o que sentem, claramente, por suas expressões faciais.

  • Gatos transpiram pelas almofadinhas na sola dos pés. Repare no consultório do veterinário: a mesa de inox fica com as marcas úmidas das pegadas do bichano estressado.

  • Como um pássaro, o gato usa seu relógio biológico, o ângulo da luz do sol e o campo magnético da Terra para se orientar. Ele pode achar a sua casa a uma distância enorme, graças a essa faculdade. Ele não consegue achar pessoas que estão longe: não usa o faro para seguir uma trilha.

  • Gatos têm memória excelente.



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