blog comments powered by Disqus

Malteses: Minha Paixão!

Maltês: O cão amigo e companheiro!

Oração de um cão abandonado.

Deus... Sei que sou um ser criado por ti, para ser amado pelos homens mas nasci sem a sorte de alguns de minha espécie...

Irish Wolfhound - O maior cão do mundo

Ele é enorme, de elevada estatura e dotado de excepcional força muscular. Não, não se trata do Rambo! Estamos falando do Irish Wolfhound, o grandão do mundo canino...

A espiritualidade dos animais.

Segundo a filosofia espírita, a evolução humana se inicia no nível da simplicidade moral e da ignorância intelectual, mas é antecedida por estágios evolutivos nos reinos inferiores da criação...

Guarda responsável é amar o seu animal.

Eles precisam de amor, carinho, compreensão... Dê amor a quem te dá a vida!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Hospital Gratuito Para Cães e Gatos no Tatuapé - SP


A Prefeitura de São Paulo vai criar um hospital veterinário especializados no tratamento de cães e gatos no Tatuapé, zona leste de São Paulo, em parceria com a Anclivepa (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais).

De acordo com o consultor da associação Wilson Grassi Júnior, a entidade já tinha projeto para criar o espaço. Com a procura da prefeitura para elaborar o convênio, o hospital poderá sair do papel em julho, para quando está prevista sua abertura.

A Anclivepa disponibilizará o imóvel para o funcionamento do hospital, e a prefeitura irá comprar equipamentos necessário, além de custear os serviços do hospital. Segundo Grassi, a assinatura do convênio deverá acontecer na próxima semana.

O hospital faz parte do projeto que criou a Coordenadoria Especial de Proteção a Animais Domésticos, anunciado ontem (23) pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD).

Segundo a prefeitura, são cerca de 3 milhões de cães e gatos na capital paulista. "Em razão da dimensão que o número de animais adquiriu na cidade de São Paulo, eles requerem, na visão do secretário de Saúde, um tratamento especial e diferenciado", disse Kassab.

Grassi apontou a importância do hospital já que grande parte da população tem animais, mas poucos têm poder aquisitivo para pagar tratamentos médicos mais complexos a seus bichos de estimação.

"Temos uma medicina veterinária bem desenvolvida em São Paulo. É possível fazer ressonância magnética, tomografia e vídeo-cirurgias complexas nos cachorros, mas isso é direcionar para quem tem dinheiro. Uma família com um poder aquisitivo mais baixo não tem nenhum serviço gratuito para sequer dar uma injeção para tirar a dor de seu cachorro acidentado", disse.

A nova coordenadoria criada pela prefeitura será responsável também pelo Probem (Programa Municipal de Proteção e Bem-Estar de Cães e Gatos), desvinculando o serviço de proteção de animais do Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo.

O contrato da parceria deve ser assinado na próxima semana, de acordo com o conselheiro da Anclipeva Wilson Grassi Júnior, e o hospital está previsto para iniciar suas atividades em julho.

Fonte: Folha

sábado, 26 de novembro de 2011

Piometra - Você Sabe o que é Isso?

Útero Canino com Piometra

A piometra é uma infecção uterina que se desenvolve quando ocorre uma invasão bacteriana em um endométrio anormal, levando a um acúmulo de pus no útero. Animais de meia idade e idosos (a partir dos 4 a 5 anos) costumam ser acometidos com maior frequência, embora fêmeas jovens também possam ter esta infecção. O uso de anticoncepcionais pode aumentar o risco da doença.

Em todos esses casos, é importante ficar atento aos principais sintomas para não perder tempo e aumentar o risco de vida do animal.

Os sintomas mais comuns são:

Distensão Abdominal
Corrimento vaginal (que pode variar de sanguinolento a mucopurulento, ou pode estar ausente, no caso de uma piometra fechada);
Apatia;
Falta de apetite;
Aumento da ingestão de água e da produção de urina;
Vômito;
Distensão abdominal (barriga inchada).

A piometra é uma doença que, se não tratada corretamente, pode levar ao óbito devido principalmente ao quadro infeccioso e à insuficiência renal. Mas o tratamento mostra-se muito eficaz se precoce. Ele é cirúrgico, com a realização da ovário-salpingo-histerectomia (castração), associado à antibioticoterapia, além de tratamento suporte (fluidoterapia, antieméticos etc).

Como acontece:

A cadela, por algum distúrbio hormonal, começa a produzir progesterona (hormônio sexual feminino) e esse excesso leva a uma alteração das células da mucosa uterina. Com isso, ocorre o acúmulo de grande quantidade de líquido dentro do útero.

Secreção Purulenta
O útero com piometra fica repleto de secreção, aumenta de tamanho e o organismo absorve o conteúdo purulento (pus), levando a fêmea a uma intoxicação pelas toxinas bacterianas. Esse líquido acaba se contaminando, determinando a piometra. Por causa do acúmulo, a infecção normalmente não responde bem ao tratamento com antibióticos, já que o líquido presente continuaria "alimentando" a infecção, além disso, o emprego de antibióticos locais é de pouca valia, pois o formato do útero das cadelas (em "Y") impediria que a lavagem chegasse a todo o útero.

Além disso, muitas vezes, temos a piometra fechada, onde uma parte mais densa da vagina se encontra fechada, impedindo assim a introdução de uma sonda para lavagem.

Laika (minha cachorra)
No caso minha cachorra Laika (foto ao lado), que foi uma piometra fechada, o quadro foi mais complicado, pois além de não ter o corrimento, que teria facilitado detectar o problema, não teve eliminação do material purulento. Esse material retido dentro do útero aumenta a gravidade do quadro.

Se a Laika não tivesse sido operada naquele mesmo dia, ela poderia ter morrido, pois o caso era tão grave que no ultrassom já aparecia comprometimento dos rins e fígado. Se ela não fosse operada a tempo, dificilmente sobreviveria.

Sintomas:

Secreção Vaginal Purulenta
O pior é que nem sempre fica fácil identificar os sintomas da piometra. Se a piometra se manifestar de forma "aberta", é possível perceber um corrimento. Esse corrimento normalmente se apresenta purulento, grosso, mal cheiroso, e muitas vezes com sangue. Já se a piometra for fechada, não teremos o corrimento e só veremos os sintomas da fase posterior, já de intoxicação orgânica pela infecção uterina. Nessa fase, o animal apresenta um aumento no volume e no número de vezes em que a cadela urina, bem como aumento no consumo de água. A cadela fica apática e pode ainda apresentar febre, vômito e cólicas, além de algumas vezes percebermos um aumento abdominal.

Castrar para prevenir:

Apesar da maioria dos casos se manifestarem em cadelas a partir dos cinco anos de idade, a piometra pode atingir animais mais jovens. Além disso, por atingir mais cadelas que nunca tiveram cria, há uma mentalidade errônea que induz as pessoas a cruzar suas cadelas para evitar a doença.  A única prevenção eficaz é realmente a castração, aliás, com ela, pela retirada do útero eliminamos de vez o risco da piometra e diminuímos também o risco de tumores de mama.

Ultrassonografia de Útero com Piometra
O diagnóstico é feito pelos sinais clínicos, hemograma, exame laboratorial e ultrasonografia. Quando detectada a tempo, a doença tem tratamento cirúrgico que consiste na remoção do útero associada a uma terapia com antibióticos. Após a cirurgia, a recuperação é rápida, pois o foco de infecção já foi erradicado. O melhor método preventivo é a castração de cadelas e gatas logo após o primeiro cio.

O diagnóstico e a cirurgia só podem ser feitos pelo veterinário.

Fotos: Arquivo pessoal e retiradas da Internet

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Você Sabe o que é Vivissecção? Diga NÃO!

Por ano cerca de 400.000.000 de animais no mundo inteiro são mortos em experiências realizadas em laboratórios, mais conhecidas pelos profissionais da área como vivissecção. As vítimas desses abusos são: macacos, cachorros, gatos, coelhos, camundongos, porquinho da índia, rãs, pombos e outros roedores. Esses animais são desnecessariamente queimados, eletrocutados, envenenados, afogados, privados de sua alimentação e comportamento natural e forçados a ingerir substâncias tóxicas para fins ditos "científicos".

Os animais sacrificados por pesquisadores da área médica, indústria alimentícia e de cosméticos, entre outras; para justificar a vivissecção, a maioria dos cientistas adota a teoria da necessidade humana. Há quem afirme, porém, que essa é uma pratica dispensável e até mesmo inútil.
 
 "O homem é senhor e proprietário, enquanto o animal não passa de um autômato, uma maquina animada. Quando um animal geme, não é uma queixa, é apenas o ranger de um mecanismo que funciona mal. Quando a roda de uma charrete range, isso não quer dizer que a charrete sofra, mas apenas que não está lubrificada. Devemos entender da mesma maneira os gemidos dos animais, e é inútil lamentar o destino de um cachorro que é dissecado vivo num laboratório." (Descartes) Até o século XVII, as ciências físicas limitavam-se ao que se denominava "filosofia natural", indagando apenas os fatos da vida diária, auxiliada pela linguagem matemática. A partir desse século surgiram as "Sociedades Científicas", entidades livres da subordinação governamental e da igreja. Nessa época foi facultada aos estudiosos a penetração em áreas antes interditadas, consolidando-se, então, o método experimental.

O propósito de se estudar o mundo natural se resumia (e ainda se resume) em que a natureza, desde que conhecida, seria denominada, gerida e utilizada a serviço da vida humana. Os estudos dos animais objetivavam determinar se eles podiam ser de alguma serventia ao gênero humano, como alimento e remédio, e se esses e quaisquer outros usos deles podiam ser ainda mais aprimorados. E isso continua acontecendo ainda hoje.

A convicção de que havia uma diferença fundamental entre a humanidade e as outras formas de vida abriu o caminho para o exercício ilimitado da dominação humana. E com o cartesianismo instaurou-se um corte absoluto entre o homem e o restante da natureza. A declaração sobre os animais feita por Descartes, cujas atitudes e opiniões são aplaudidas até agora pelo mundo científico, simplesmente tira o fôlego. E é essa atitude, digna de um Hitler, que justifica até hoje as experiências em animais feitas por "cientistas" do mundo inteiro.

Cerca de 400 milhões de animais são sacrificados todos os anos pelas necessidades da vivissecção. Um terço desse incrível número pertence à investigação médica; dois terços a atividades diversas: indústria de alimentação, cosméticos, produtos de limpeza, tabaco e indústria de guerra. São ratos, ratazanas, coelhos, cães, gatos, macacos, cavalos, bois – conhecidos nos laboratórios como "instrumentos biológicos".

Os animais reagem de maneira diferente da nossa: o porco espinho absorve sem perigo uma dose de ácido prússico capaz de matar um regimento. O coelho e o pombo ingerem sem problemas uma dose de beladona que mataria um homem. A salsa mata o papagaio; as amêndoas são tóxicas para cães; e muitos cogumelos consumidos pelos coelhos são extremamente perigosos para o homem. A morfina que acalma e anestesia os homens, causa uma excitação doentia em cães, gatos e ratos. Como a última etapa das experimentações com animais é sempre a experimentação no homem, freqüentemente as conseqüências são desastrosas.

Os egípcios sabiam das diferenças entre homem e animais. Por isso, para verificar se a comida do faraó continha veneno, davam um pouco de comer ao cozinheiro e não ao gato...

No "teste de amor maternal", uma macaca foi colocada com o filho nos braços, sobre uma plataforma escaldante. Motivo: descobrir se o animal usaria o filho para se salvar ou se sacrificaria para salvar o filho. A macaca deu uma grande lição ao "cientista": se sacrificou para salvar o filho... 

Outro sádico inventou de amarrar macacos em troncos e atira-los contra uma parede. Conclusão fantástica: o grau de ferimento é relacionado com a velocidade do veículo. Duzentos macacos tiveram de morrer para provar essa verdade cientificamente... 

Diz a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, proclamada por líderes de todos os países do mundo, numa Assembléia da UNESCO em Bruxelas no dia 26 de janeiro de 1978, referindo-se às experiências científicas: "A experiência animal que implica sofrimento físico é incompatível com os direitos do animal, quer seja uma experiência médica, científica, comercial, ou qualquer outra. As técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas".

Membros da comunidade científica defendem as experiências em animais porque são feitas pelo bem da humanidade. Por outro lado, as diversas organizações em defesa dos animais dizem que eles são submetidos a experiências das mais dolorosas, de todos os tipos, a maioria delas apenas para satisfazer a curiosidade do pesquisador ou cientista. 

Fica a questão crucial de toda essa controvérsia: mesmo que as experiências forem úteis para o bem da nossa raça, temos o direito de atravessar rios de sangue, ignorar atrozes sofrimentos de outros seres para melhorar a própria saúde, não percebendo que desse modo estamos barrando automaticamente o acesso a curas alternativas, mais mansas, humanas e tão eficazes, se não mais?

Jane Goodall, primatologista mundialmente conhecida por seu trabalho com chimpanzé na Tanzânia, descreveu no New York Times sua visita , em 1987, aos laboratórios do governo em Rockville, Maryland, EUA, onde são feitas experiências com chimpanzés sobre a AIDS e hepatite. Escreveu Jane: "Nunca esquecerei a expressão nos olhos daquela chimpanzé e de outra fêmea, ainda filhote. Aquela imagem me perseguirá pelo resto de minha vida. Vocês já viram os olhos de uma pessoa que, pressionado além de suas forças, sucumbiu finalmente a um desespero paralisante e total?".

Exemplos desse tipo são inúmeros e os laboratórios brasileiros tampouco ficam atrás: recentemente, uma estudante de medicina em São Paulo, cada vez mais horrorizada pelas experiências com animais a que assistia, "seqüestrou" um dos cachorros, na esperança de salvar a vida do animal. Ela entregou o cachorro aos cuidados da União Internacional Protetora dos animais, mas, apesar dos esforços do veterinário da entidade, o cachorro morreu. A necropsia deu o seguinte resultado: 

  1. Características do animal: cachorro, macho, raça indefinida, porte médio, pelagem escura, pêlos semilongos, magro e com cicatrizes a nível da linha média do abdômen e tórax esquerdo.
  2. Achados da necropsia: a) foram notadas aderências entre as alças intestinais e entre estas e o fígado; b) uma hérnia na parede abdominal direita, contendo uma alça intestinal aprisionada; c) o duodeno encontrava-se desunido do seu ponto natural de união com o estômago, estando a luz da extremidade do duodeno obliterada, onde se observou presença de fios de algodão. Constatou-se anastomose entre estômago e intestino, formada pela união das regiões do piloro e porção final de íleo, próximo a junção íleo- ceco cólica; d) não foram encontrados os seguintes órgãos na cavidade abdominal; rim esquerdo, baço e vesícula biliar; e) a nível de cavidade torácica, havia aderência entre pulmão e parede torácica e entre o pulmão e coração.
A necropsia foi assinada em 4 de janeiro de 89, pelo dr. Ricardo Firmo Neto, médico veterinário.

Pitágoras, o filósofo de Samos, matemático e astrônomo, ensinava o respeito pela vida e proteção dos animais Disse ele: "Enquanto o homem continuar a ser o destruidor impiedoso dos seres animados dos planos inferiores, não conhecerá nem a saúde nem a paz. Enquanto os homens dizimarem os animais, matar-se ao entre si. Quem semeia a morte e a dor não pode com efeito, recolher a alegria e o amor".
Segundo um mestre Hindu os gritos de sofrimento dos animais não param de ressoar nos ouvidos dos homens. "Mas são poucos os que prestam atenção e menos ainda os que agem. Por isso, cuidado, oh! discípulos: se consciência e ciência não andam de mãos dadas, você estará seguindo o caminho do Outro, do Mal , da Escuridão, o caminho do adversário", conclui ele. 

Sempre que alguém diz "não devemos ser sentimentais", entenda-se que está prestes a fazer algo cruel. E se acrescentar: "temos que ser realistas", significa que vai ganhar dinheiro com isso. (Brigid Brophy) 

Fonte: Por Adelaide Trindade e Virgínia Van Prehn, artigo publicado na revista Planeta, edição especial – SOS Natureza em março de 1990 pela Editora Três.
Fotos retiradas da Internet

domingo, 25 de setembro de 2011

Você Sabe o que é Etologia Canina?

O cão é, dos animais domésticos, o que mais se adaptou ao convívio com o ser humano.

Além de nos proporcionar uma excelente companhia, preenchendo nossas horas de solidão, presta relevantes serviços no trabalho de equipe.

A admiração pelo despojamento do caráter canino, remonta dos primórdios desse relacionamento.

As atitudes e o comportamento desses animais nos tocam, não só pela simplicidade, mas, também, pela mais completa ausência de revanchismo.

A etologia é uma ciência, relativamente nova, que trata o comportamento ético individual e social dos animais, estudando-o, apenas, pela observação e anotação, guardando o respeito à territorialidade e à privacidade, sem a mais tênue interferência.
 
O pai dessa idéia, Konrad Lorenz, realizou alguns trabalhos de campo, juntamente com seu grande amigo e assistente Paul Leyhausen, no início deste século. Mais tarde, adotaram essa idéia Nicolaas Timbergen, Eibl Eibesfeldt, Solly Zuckermann, D. McFarland, A. Houston e tantos outros.

Exclusivamente pela observação, o estudo ético do comportamento animal, possibilitou a posterior análise e a determinação da etiologia dalgumas dessas características que estarrecem o homem, pela sua incapacidade de acessá-las.

As sociedades mais primitivas, as menos civilizadas, são as mais lógicas e as mais próximas desse almejado comportamento.

Todos os "métodos didáticos" civilizados são radicalmente opostos ao de todas as outras espécies animais, classificadas, ainda hoje, como "irracionais".

Desde o nascimento nós aprendemos a não fazer.

Aos seis meses começamos a aprender a segunda palavra: “mamãe”.

Assim, no lugar de proporcionar experiências, ensinamos a obediência.

Os outros animais, só aprendem com o resultado positivo de suas experiências.

Fonte: Arca de Noé
Fotos retiradas da Internet 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Adolescente Arriscou a Vida para Resgatar seu Cão

Um garoto de 15 anos não pensou duas vezes quando se jogou em um rio, em Nottinghamshire, na Inglaterra, para resgatar seu cachorro que estava se afogando. Dean Allen ainda teve de massagear o peito de Bronk, um Bull Terrier, e fazer respiração boca-a-boca no cão de estimação para salvá-lo. 

“Bronk faz parte da família e, por isso, precisava salvá-lo”, contou o garoto. “Desde outubro, participo de aulas de primeiros socorros e aprendi o procedimento da respiração boca-a-boca para salvar alguém”, completou. 

Bronk e Dean caminhavam perto do rio Ryton, quando o cachorro saltou na água. No entanto, a coleira do cãozinho ficou presa e ele não conseguiu sair do rio sozinho. 

Após salvar seu cão de estimação, Dean foi correndo para casa. Chegando lá, contou a história para sua mãe, Julie, que levou Bronk correndo ao veterinário. “Não acreditei na história de primeira. Mas, quando vi que Bronk estava mal, decidi levá-lo ao veterinário”, disse. 

“Estou muito orgulhosa do meu filho. Ele correu muito perigo ao pular no rio”, completou. No veterinário, Bronk recebeu oxigênio e foi medicado. O cachorro passa bem. 

Fonte: Daily Mail Reporter

sábado, 9 de julho de 2011

Animais Que Doam Sangue e Salvam Vidas

Cães e gatos também podem ser doadores: além de salvar a vida de outros animais, a boa ação rende um check-up gratuito.

Aquele clássico slogan de campanha, "doe sangue, doe vida", não se aplica exclusivamente a seres humanos. Cães e gatos também podem socorrer outros animais da mesma espécie, apesar do desconhecimento da maioria dos donos.

Anemias, tumores cancerígenos, doenças como insuficiência renal e leucemia, atropelamento e intoxicação por veneno são alguns dos problemas que podem levar pets a necessitar de reposição sanguínea numa mesa cirúrgica. 

Assim como ocorre entre humanos, o bicho candidato precisa estar em forma e seguir à risca as exigências para se encaixar no perfil de um doador.

Segundo o veterinário Márcio Moreira, coordenador do banco de sangue do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, em média, 20% dos bichos atendidos pelo hospital morrem por falta de doadores de sangue. Não existe uma estatística oficial para a cidade de São Paulo, mas os especialistas acreditam que esse percentual pode ser ainda maior.

Para tentar desenvolver o hábito entre os paulistanos e, com isso, salvar vidas, a universidade está organizando uma campanha. O dono liga para o hospital, marca um horário e leva o bicho até lá para doar.

Quem se submete à agulhinha passa por exames, como hemograma completo e sorologia, para detectar uma série de doenças infecciosas, transmitidas pelo sangue. Entre cães, as principais são erliquiose, conhecida como doença do carrapato, dirofilariose (verme do coração), leishmaniose e brucelose. Aids e leucemia felinas concentram as preocupações entre gatos.

O resultado dos exames demora cerca de uma semana. Geralmente, o laboratório encaminha para o dono por e-mail, fax ou correio. O objetivo dessas análises é minimizar o risco de transmissão de doenças infecciosas e de efeitos colaterais no receptor.

Bichos podem doar sangue, em média, a cada dois meses. No dia da picada, é recomendável que eles reduzam a carga de exercícios - melhor evitar passeios mais demorados, por exemplo.

Aquela tonturinha típica depois de doar sangue, comum em humanos, não costuma atordoar os animais domésticos. Rafaela Kley, veterinária do Hemovet, especialista em medicina transfusional, explica: "Em humanos, além do efeito psicológico, a queda de pressão é mais acentuada do que nos quadrúpedes".

O Hemovet trabalha com banco de sangue coletado de animais em canil. Como o hospital da Anhembi Morumbi, também recolhe de doadores voluntários, pré-agendados.

Doador Universal:

Gatos possuem três tipos de sangue: A, B e AB. Estudos internacionais detectaram cerca de 20 tipos sanguíneos entre os cães, mas seis são imprescindíveis dentro da chamada medicina transfusional: DEA ("dog erythrocyte antigen", antígeno eritrocitário canino, espécie de proteína encontrada na parede das células) 1.1, 1.2, 3, 4, 5 e 7.

Cães não nascem com anticorpos contra outros tipos sanguíneos, explica a veterinária Rafaela. Na primeira transfusão, o risco de reação é mínimo. Mas isso não impede que o mesmo animal volte a manifestar uma resposta negativa em outras transfusões; o que, inclusive, pode ser fatal.

Para evitar que a reação aconteça, antes de cada transfusão é feito um teste de compatibilidade que irá verificar a presença de anticorpos contra o sangue que o bicho vai receber. Para registro, o tipo sanguíneo canino mais comum é o DEA 1.1 positivo.

Pesquisas realizadas nos EUA revelam que a raça Greyhound – cão de corrida, de porte esguio e bem magro -, de tipo sanguíneo DEA 4, é doador universal.

Gatos são como os donos. Eles já nascem com anticorpos. "O bichano que tem sangue tipo AB, porém, é um receptor universal, ou seja, pode receber qualquer tipo de sangue", explica o veterinário Márcio.

Mas, para os bancos de sangue, desde que o material seja sadio, qualquer um dos tipos é bem-vindo.

O animal doador ganha uma medalha ou um biscotinho como agrado. Além de uma boa ação, é uma forma de manter a saúde do animal em dia sem gastar nada por isso.

Quem pode ser um doador:

Cão:

Peso mínimo de 27 kg;
Idade de um a oito anos;
Vermifugação e vacinação atualizadas;
Controle de ectoparasitas (carrapatos e pulgas);
Temperamento dócil;
Não ter passado por procedimento cirúrgico recentemente.

Gato:

Animal de ambiente interno (para evitar riscos de doenças infecciosas);
Peso mínimo de 4,5 kg;
Idade de um a sete anos;
Vermifugação e vacinação atualizadas;
Controle de ectoparasitas (carrapatos e pulgas);
O bicho precisa ser sedado para a doação;
Não ter passado por procedimento cirúrgico recentemente.

Onde doar:

Tel. (11) 60904693
Tel. (11) 69188050 

Fontes: Veterinários Márcio Moreira (Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi) e Rafaela Kley (Hemovet)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More